quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

RALI À LAMPREIA NESTE FIM DE SEMANA


A perícia automóvel realiza-se este fim de semana, 24 e 25 de fevereiro, na Praça Deu-la-Deu. Os motores começam a ouvir-se na noite de sábado, continuando no domingo, durante a manhã e a tarde. 19 restaurantes do concelho participam na iniciativa com a confeção da “Lampreia do Rio Minho”.   

 

O Município de Monção, em colaboração com várias entidades, promove, nos dias 24 e 25 de fevereiro, o fim-de-semana gastronómico dedicado à Lampreia do Rio Minho. O ponto alto do programa será a realização do XLV Rali à Lampreia, prova de perícia automóvel no centro histórico da vila raiana.

 

Com a presença previsível de meia centena de participantes de Portugal e Espanha, a edição deste ano, com organização do Parallel Velocity Club e apoio da autarquia monçanense, está a suscitar interesse nos amantes do desporto motorizado, bem como nos apaixonados pela gastronomia com requinte e tradição.

 

A primeira prova complementar realiza-se na noite de sábado, 24 de fevereiro, pelas 21h30, continuando, no domingo, 25 de fevereiro, com mais duas provas complementares: uma de manhã, pelas 10h00, e outra à tarde, pelas 15h30. Pela primeira vez, na tarde de sábado, entre as 15h00 e as 18h00, decorre uma “Prova de Reconhecimento”, com participação facultativa.

 

A segurança é prioritária neste género de provas desportivas. Atenta a essa circunstância, a autarquia tem vindo a melhorar os índices de proteção, procedendo, nesse sentido, à colocação de vaias em cimento armado e à instalação de bancadas em vários pontos do percurso, facilitando uma melhor visibilidade ao público presente.

 

Além do XLV Rali à Lampreia, a Câmara Municipal de Monção programou um conjunto variado de iniciativas, de forma a potenciar a presença de visitantes na nossa terra. Assim, no sábado, está previsto o V Encontro de Clássicos da Lampreia, o VII Rali Gastronómico, e atividades lúdicas (karts insufláveis) para crianças, na Praça da República, no sábado e no domingo.

 

Este fim de semana gastronómico dedicado à Lampreia do Rio Minho, com o prato nas mesas dos restaurantes e prova de perícia automóvel no centro da vila, tem como objetivo a divulgação deste “repasto” singular com tradição no concelho, a dinamização do setor hoteleiro em época baixa e a promoção dos nossos recursos patrimoniais e naturais.

 

V Encontro de Clássicos da Lampreia

Sábado, a partir das 10h00

 

O V Encontro de Clássicos da Lampreia constitui uma oportunidade única para juntar, em apenas um dia, a beleza da paisagem fluvial e montanhosa, um património construído de eleição e uma gastronomia com tradição e inovação, capaz de seduzir “bons garfos” de várias regiões de Portugal e da Galiza.

 

Depois de passagem por locais emblemáticos e degustação de uma lampreia deliciosa, a chegada dos participantes está prevista para o final da tarde, ficando todos os carros clássicos expostos no centro da Praça Deu-la-Deu. O secretariado abre às 10h00, no Museu do Alvarinho, com o passeio a iniciar-se uma hora depois.

 

VII Rali Gastronómico

Sábado, entre as 14h30 e as 20h00

 

O VII Rali Gastronómico consiste num circuito pelos 6 bares aderentes Restaurante Bar Caldas, Copita, Mira Espanha, O Minho Pitoresco, Baluarte Bar e República Lounge Bar, onde cada um deles vai apresentar um acepipe de lampreia.

 

Cada participante tem acesso a um passaporte, que deve carimbar à passagem em cada bar, de forma a comprovar a prova de acepipe de lampreia e o consumo de Alvarinho da Região de Monção e Melgaço. O preço por copo de Alvarinho nos bares aderentes é 3,00 €.

 

O percurso, com saída do Restaurante Bar Caldas, pelas 14h30, acompanhado pela Charanga “A Tu Ritmo”. Os participantes que concluírem o VII Rali Gastronómico (seis carimbos no passaporte), recebem como oferta uma estatueta da “Coca de Monção”. 

 

Restaurantes Participantes

 

Neste fim de semana, 19 restaurantes do concelho juntam-se à iniciativa automobilística, apresentando, nos respetivos cardápios, diversas formas de confecionar este afamado ciclóstomo, uma verdadeira paixão para os amantes da boa gastronomia.

 

Os restaurantes aderentes estão de portas abertas para receber visitantes e munícipes em mais uma jornada de promoção da Lampreia do Rio Minho e dos produtos vínicos do concelho. O arroz de lampreia é o prato mais comum, contudo, a oferta estende-se a outras formas de preparar a lampreia.

 

Este repasto tradicional, confecionado com recurso a segredos culinários do passado, é acompanhado pelos produtos vínicos da região de Monção e Melgaço, tais como, o aromático e elegante Alvarinho, e pela saborosa doçaria tradicional, entre estas, as Roscas de Monção, distinguidas como uma das “7 Maravilhas Doces de Portugal”.


M.M.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

Fátima Alçada é a nova Diretora Geral e Artística das Comédias do Minho



A Programadora e Gestora Cultural sucede a Magda Henriques na direção do projeto criado pelos Municípios de Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira.

 

No ano em que a ‘Associação para a Promoção de Atividades Culturais no Vale do Minho - Comédias do Minho’ completa 20 anos de atividade, inicia-se uma nova fase do projeto artístico e cultural. Fátima Alçada assume as funções de Diretora Geral e Artística das Comédias do Minho a partir do dia 15 de fevereiro de 2024.

 

Fátima Alçada completou a pós-graduação em Gestão Cultural das Cidades, no ISCTE, e é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, pela Universidade de Coimbra. Foi diretora artística d’A Oficina, em Guimarães, e do Centro de Arte de Ovar. Coordenou e programou múltiplos festivais, como o FESTA – Festival Internacional de Artes na Rua – e os Concertos Incomuns, em Ovar, ou o Festival Imaginarius, em Santa Maria da Feira.

 

Ao longo da sua carreira, empenhou-se em desenvolver a relação entre a Arte e a Educação, tendo criado o Serviço de Educação e Mediação Cultural d’A Oficina, do qual foi também diretora artística, o Serviço Educativo do Cineteatro de Estarreja e tendo coordenado a programação da Escola de Artes e Ofícios de Ovar.

 

Profunda conhecedora do panorama das artes performativas, Fátima Alçada tem feito parte de vários júris nacionais e internacionais. Fez também parte da comissão de especialistas externos da Direção-Geral das Artes e colaborou na criação do programa de artes performativas da candidatura de Évora a Capital Europeia da Cultura 2027, eleito o projeto vencedor.

 

O cargo de diretor(a) artístico(a) das Comédias do Minho foi anteriormente desempenhado por Magda Henriques, João Pedro Vaz e Isabel Alves Costa, que concebeu a atual estrutura do projeto. As Comédias do Minho englobam, desde 2007, três eixos de ação: uma companhia de teatro profissional, de cariz itinerante, que leva as suas criações às aldeias e vilas do território; um projeto pedagógico, com produção/programação independentes no âmbito das artes performativas e da formação artística; e um projeto comunitário que envolve a população em projetos de arte participativa e comunitária.

 

Através da sua extensa e sustentada experiência de direção e programação, Fátima Alçada vem reforçar a missão das Comédias do Minho e desenhar uma nova estratégia para o seu futuro.


C.dM.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024

Sexagenários caem em sepultura em Merufe

Duas pessoas sofreram ferimentos ligeiros, durante a manhã desta segunda-feira, após caírem num buraco no Caminho do Cemitério, em Merufe,Segundo os Bombeiros Voluntários de Monção, o alerta para uma "queda acidental num buraco de uma sepultura com pelo menos dois metros de profundidade" foi dado pelas 11h39.

"As vítimas são uma mulher de 63 anos e um homem de 62 anos considerados feridos ligeiros", informou a corporação, acrescentando que o casal foi transportado para o Hospital de Viana do Castelo.

No local, estiveram os Bombeiros Voluntários de Monção com dois veículos e cinco operacionais e os Bombeiros Voluntários de Melgaço com um veículo e dois operacionais.

NM

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

“AS HISTÓRIAS ARCO-ÍRIS” EM LIVRO DE MONÇANENSE


Primeiro livro de Daniela Pereira está à venda na Fnac, Bertrand e Wook, encontrando-se disponível nas livrarias de Monção. É um livro didático, colorido e enriquecedor, amigo da natureza e dos animais, que os mais pequenos vão adorar.

 

No final do ano passado, Daniela Pereira, natural de Merufe, lançou o livro “As Histórias Arco-Íris”. Esta manhã, foi recebida por António Barbosa. Ambos falaram da importância da leitura na infância, dos motivos que estiveram na génese da criação do livro e do percurso feito até à sua impressão e disponibilização ao público.

 

Com chancela da editora Cordel d`Prata, “As Histórias Arco-Íris” apresentam oito contos, cada um “envolvido” numa personagem e numa cor do arco-íris. Primeiro, surgem as aventuras da joaninha Estrelinha, seguindo-se a laranjeira encantada, a rã amarela no mundo dos dinossauros e um sapo especial e charmoso, chamado Nestor.

 

Neste livro, colorido ao olhar e entretido ao ler, exploramos o fundo do oceano com o peixinho Brilhante, todo azul, conhecemos o dragão Índigo, cuja missão é salvar o planeta, e escutamos, deliciosamente, Violeta, a flor cantora.  O último conto é a compilação de todas as cores, onde é possível “tocar” nos sonhos e “caminhar” pelo arco-íris.

 

Gosto pela leitura e paixão pelas crianças

 

O gosto de Daniela Pereira, hoje com 39 anos, pelo universo imaginário trazido pelas personagens e cenários dos livros, começou em França, pais de acolhimento dos seus pais, onde viveu entre os 3 e os 18 anos de idade, frequentando o ensino básico e secundário.

 

Durante esse período de infância e adolescência, sempre teve um livro na mesa de cabeceira da cama ou na mala de viagem, para folhear nas viagens familiares à nossa terra. A afeição pela escrita e as primeiras incursões no mundo das letras, só aconteceram quando “veio de vez” para Portugal.

 

No nosso país, Daniela Pereira licenciou-se em Educação de Infância, tendo, nesse período, enveredado pelo caminho da escrita, juntando a afinidade pela leitura com a paixão pelas crianças. Duas direções que se cruzam, carinhosamente, no interior criativo e afetivo de Daniela Pereira.

 

Neste percurso, a escritora salienta o apoio e incentivo do professor Manuel Couto, a quem dedicou o seu livro de estreia, bem como a inspiração dos livros da coletânea infanto-juvenil “Uma aventura”, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, todos incluídos no Plano Nacional de Leitura.  

 

O nome “As Histórias Arco-Íris”, deve-se, segundo a autora, à tranquilidade de espírito que lhe proporciona a imagem das cores celestes e à necessidade da sociedade em construir pontes coloridas de afeto e cumplicidade, valorizando aspetos como a convivência, a amizade e a sustentabilidade.

 

Emoções, cores e ensinamentos

 

No preâmbulo, Karina Ferreira, refere que não existem antídotos para o desejo ardente de, em algum momento da nossa vida, regressarmos à infância, mas existem livros, como este, que nos reavivam a memória, transportando-nos para um mundo confabulado repleto de emoções, cores e ensinamentos. “Um livro delicioso de se ler, tanto para miúdos como graúdos” assinala.

Apesar do pouco tempo nos escaparetes físicos e virtuais das livrarias Fnac, Bertrand e Wook, bem como nas papelarias/livrarias de Monção, a receção tem sido positiva e as apreciações favoráveis. Satisfeita com o arranque, Daniela Pereira está confiante no futuro deste projeto editorial, cuja proximidade ao público acontece de diferentes formas.

 

E, se tal acontecer, como acredita, uma nova publicação pode estar a caminho: “A pandemia deu-me tempo para escrever e trouxe-me outros motivos de inspiração. Não fugindo à literatura infantil, a minha vontade é continuar a mostrar o meu trabalho. A primeira impressão dos leitores é fundamental. Vamos ver. Tenho esperança”.


M.M.

𝗖𝗔𝗥𝗧𝗔̃𝗢 𝗝𝗢𝗩𝗘𝗠 𝗠𝗨𝗡𝗜𝗖𝗜𝗣𝗔𝗟 | 𝗢 𝗳𝘂𝘁𝘂𝗿𝗼 𝗮 𝗰𝗿𝗶𝗮𝗿 𝗿𝗮𝗶́𝘇𝗲𝘀


O Cartão Jovem Municipal atingiu um recorde: 𝗖𝗮𝗿𝘁𝗮̃𝗼 𝗝𝗼𝘃𝗲𝗺 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗻º 𝟭𝟬𝟬𝟬. Para assinalar este marco, a Vereadora da Juventude, Daniela Fernandes, teve o prazer de o entregar em mão à jovem Márcia Pires.

Destinado a jovens com idade compreendida entre 12 e 30 anos, este cartão visa, essencialmente, contribuir para a fixação e melhorar a vivência de jovens no município, proporcionando um conjunto de vantagens que se traduzem em descontos, quer no comércio, quer nos serviços, ao mesmo tempo que, se constitui como um veículo de informação, divulgação e promoção dos vários serviços e do comércio existentes no concelho.

M .M.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024

CARNAVAL NA PRAÇA DEULADEU



Dias 8, 11 e 12 de fevereiro. Mostra a tua careta! Diverte-te!

Na segunda-feira, noite mais “galhofeira” do ano, Monção espera milhares de pessoas no desfile de mascarados, pelas ruas do centro histórico, e na Mega Tenda, situada na Praça Deu-la-Deu.

 

No domingo à tarde, dia 11, pelas 15h00, na Praça Deu-la-Deu, decorre o baile de máscaras júnior com animação a cargo do DJ Pedro Pagodes e a presença de figuras animadas, que criarão um ambiente de festa e alegria. Serão entregues prémios aos seis primeiros classificados. As inscrições para o concurso decorrem no próprio dia.

 

Na segunda-feira, dia 12, Monção espera milhares de foliões no desfile de mascarados, entre o Parque de Estacionamento da Cova do Cão e o Largo do Loreto, local onde os participantes apresentam as respetivas coreografias ao júri de premiação, sendo distinguidos de acordo com a criatividade, o guarda-roupa e a originalidade do tema.

 

O regulamento do “Carnaval na Praça 2024” prevê prémios para grupos de 1 a 3 elementos – 1º prémio (200,00 €) e 2º prémio (100,00 €) - e para grupos com mais de 3 elementos (1º prémio (800,00 €), 2º prémio (400,00 €) e 3º prémio (150,00 € em consumo nos bares aderentes).

 

Os vencedores serão anunciados na Mega Tenda, situada na Praça Deu-la-Deu, espaço com bares de apoio e animação pela noite dentro, onde se multiplicarão momentos divertidos e humorísticos. Na noite mais “galhofeira” do ano, o som é “lançado” pelo DJ Pedro Pagodes e pelo DJ Pette.

 

O aquecimento para estes dias de espírito carnavalesco acontece esta quinta-feira, dia 8, com o habitual desfile do Agrupamento de Escolas de Monção, Colégio do Minho e Santa Casa da Misericórdia de Monção. Tem início às 10h00, com saída da Escola Básica José Pinheiro Gonçalves.


M.M.

domingo, 4 de fevereiro de 2024

MONÇÃO DEU AS BOAS VINDAS AO NOVO MAESTRO DA BANDA MUSICAL DE MONÇÃO, NUNO OSÓRIO




Ao final da tarde do passado sábado, 3 de fevereiro, a 
Banda Musical de Monção apresentou o seu novo maestro, Nuno Osório, que sucede a Vicente Simeó Mañez, o qual liderou a filarmónica monçanense durante duas décadas. A cerimónia teve lugar no Museu Monção & Memórias, contando com a presença do autarca local, António Barbosa.

 

Perante uma sala repleta de monçanenses, Ricardo Pereira, o novo Presidente da Direção da Banda Musical de Monção, cujos órgãos sociais para o mandato 2024/2026 tomaram posse na sexta-feira, sublinhou a honra e a responsabilidade do novo cargo e a vontade de todos os diretores e músicos em escreverem mais uma página dourada na longa e profícua história da instituição musical.

 

Quanto à primeira decisão, escolha do novo maestro, não teve qualquer dúvida: “É daquelas coisas que dificilmente se explicam. Após o primeiro minuto de conversa, pelo telefone, percebi que Nuno Osório seria o novo maestro da nossa banda. Acredito que é uma escolha acertada para encararmos o presente e o futuro com total confiança no desenvolvimento do nosso projeto artístico”.

 

O peso da nossa identidade cultural.

 

O espaço onde decorreu a apresentação, feito de memórias extraordinárias, contadas em séculos de história, não passou despercebido a Nuno Osório. Ali, rodeado de monçanenses, sentiu, pela primeira vez, o peso da identidade cultural da nossa terra, a força de uma comunidade que se defende como poucas, e o carinho que dedicamos à Banda Musical de Monção. Sempre com um brilhozinho nos olhos quando sobe ao palco ou enche a praça.

 

Honrado com o convite, Nuno Osório, 42 anos, natural de Lamego, lembrou e reconheceu o trabalho do seu antecessor, Vicente Simeó Mañez, pelos últimos vinte anos ao serviço da filarmónica. De seguida, salientou que, com humildade, resiliência e competência, tudo fará para que a Banda Musical de Monção continue o seu crescimento artístico e a sua afirmação no universo filarmónico nacional.

 

Com o jovem quinteto de clarinetes a preparar-se para alguns momentos musicais na área descoberta do museu, António Barbosa deu o toque final numa cerimónia com enorme simbolismo para a instituição musical. Não é todos os dias que, no dia a seguir à tomada de posse, se apresenta o novo maestro. Um sinal evidente de organização, num projeto bem construído, com ideias claras e definidas.

 

Exemplo de engrandecimento e afirmação.

 

As primeiras palavras de António Barbosa foram para o maestro Vicente Simeó Mañez pela dedicação de vinte anos à instituição, pela capacidade de aproximação à população e pela qualidade musical que trouxe à nossa banda, algo inestimável que, em tantas ocasiões, encheu de orgulho e alegria os monçanenses.

 

Posteriormente, referiu-se à relevância que a banda tem no quotidiano da população, bem patente nesta cerimónia, com a presença de muitos monçanenses. Neste aspeto, sublinhou a formação de músicos excelentes e, também, de jovens com sentido cívico que “abraçam” a prática do voluntariado e a realização de iniciativas meritórias.

 

Com o desejo de felicidade e sucesso à filarmónica local neste novo capítulo da sua longa e frutuosa história, António Barbosa enalteceu o seu papel na promoção do concelho. Disse: “Os territórios de dimensão reduzida, como Monção, destacam-se pela capacidade das suas gentes, das suas associações e das suas instituições. A Banda Musical de Monção é um exemplo de engrandecimento e afirmação da nossa terra no exterior”.

 

Nuno Osório estudou piano na Academia de Música de Lamego e percussão no Conservatório D. Dinis, em Odivelas. Licenciado em Composição na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Porto (Esmae), é Mestre em Direção de Orquestra de Sopros na Universidade de Aveiro (UA). Presentemente, exerce funções de instrumentista e compositor, na Banda de Música da Guarda Nacional Republicana.