sexta-feira, 27 de novembro de 2020

COVID 19: MONÇÃO COM QUASE UMA CENTENA DE CASOS

 Monção está agora com 97 casos ativos de infeção pela COVID-19. São já  180 os casos recuperados de um total de 294 casos já verificados desde o inicio da pandemia com 17 óbitos. 

Trata-se do 6º concelho com mais casos no Alto Minho.

Viana do Castelo continua a ser é o concelho com maior número de casos ativos, são agora 605. No total, no Alto Minho  existem 1888 casos ativos.

No relatório epidemiológico da ULSAM de há uma semana, Monção registava 39 casos ativos, 224 casos confirmados desde o início da pandemia e 17 óbitos.

Esta manhã, decorreu uma reunião da Comissão Municipal de Proteção Civil Conforme dá conta  o Município, da análise aos relatórios, constatou-se que o surto epidemiológico no concelho deve-se, na larga maioria dos casos, ao contágio verificado em contexto familiar. Adianta que verificou-se também que não há casos positivos nos setores de maior risco de contágio, como as instituições sociais e as unidades de saúde, 

COVID 19: 𝗟𝗶𝗻𝗵𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗮𝗽𝗼𝗶𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗳𝗮𝗺𝗶́𝗹𝗶𝗮𝘀, 𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲𝘀𝗮́𝗿𝗶𝗼𝘀 𝗲 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗮𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀.

Criadas no passado mês de março, as linhas de apoio às famílias, empresários e trabalhadores do concelho continuam ativas, de forma a responder às necessidades sociais e laborais da população monçanense, nesta segunda vaga da pandemia do COVID 19.

A linha social, com o número 251 649 001, pretende prestar esclarecimentos e apoiar os monçanenses em condição de fragilidade social, isolamento ou outras situações de vulnerabilidade, constituindo-se como mais um instrumento de apoio para proteger a população local neste período de contenção e emergência social.

A linha destinada às empresas e trabalhadores do concelho (independentes e por conta de outrem), com o número 251 649 002, pretende contribuir para dissipar dúvidas, assegurar apoio técnico nas questões laborais e informar os interessados sobre as medidas de apoio nesta área.

As linhas de apoio estão disponíveis entre as 09h00 e as 17h00, de segunda a sexta-feira. No caso da linha de apoio social, encontra-se contactável em qualquer dia e a qualquer hora para situações urgentes.

C.M.

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Farmacêutico acusado de burla de 27 mil euros ao SNS

 

O Ministério Público do Porto pede que um farmacêutico de Monção seja impedido de exercer a atividade por cinco anos e que o seu estabelecimento seja encerrado pelo mesmo período, caso se confirme que obteve fraudulentamente comparticipações em medicamentos.

Numa nota publicada na quarta-feira na sua página de Internet, a Procuradoria Regional do Porto refere que em causa está a alegada obtenção, por parte de um farmacêutico de Monção, de comparticipações indevidas do Serviço Nacional de Saúde, através de operações simuladas de vendas de medicamentos, no montante global de 27.156,31 euros.

Em causa de condenação, este valor deve ser entregue ao Estado, defende o Ministério Público.

Além das penas acessórias, o Ministério Público pede a condenação, segundo o catálogo penal, do farmacêutico e da sociedade titular do estabelecimento por um crime de burla qualificada e outro de falsidade informática – penalizações estas que se traduzem geralmente em prisão efetiva ou suspensa, no primeiro caso, e multa, no segundo.

Os factos remontam ao período de janeiro de 2012 a fevereiro de 2016, altura em que, segundo a conclusão a que chegou o Ministério Público do Porto, o arguido introduziu no programa informático Sifarma2000 medicamentos que não vendera, “assim produzindo documentos que titulavam vendas inexistentes, que depois lhe serviram para faturar ao SNS os medicamentos como se os utentes os tivessem realmente adquirido”, afirma a Procuradoria Regional.

Lusa/altominhotv

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

MONÇÃO DISTINGUIDO COMO MUNICÍPIO FAMILIARMENTE RESPONSÁVEL

𝗢 𝗢𝗯𝘀𝗲𝗿𝘃𝗮𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝗔𝘂𝘁𝗮𝗿𝗾𝘂𝗶𝗮𝘀 𝗙𝗮𝗺𝗶𝗹𝗶𝗮𝗿𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗥𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘀𝗮́𝘃𝗲𝗶𝘀 𝗮𝘁𝗿𝗶𝗯𝘂𝗶𝘂 𝗼 𝗴𝗮𝗹𝗮𝗿𝗱𝗮̃𝗼 𝗮𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶́𝗽𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝗠𝗼𝗻𝗰̧𝗮̃𝗼, 𝘀𝗲𝗻𝗱𝗼 𝗮 𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗶𝗿𝗮 𝘃𝗲𝘇, 𝗱𝗲𝘀𝗱𝗲 𝗼 𝘀𝗲𝘂 𝗶𝗻𝗶𝗰𝗶𝗼, 𝗲𝗺 𝟮𝟬𝟬𝟴, 𝗾𝘂𝗲 𝗲́ 𝗿𝗲𝗰𝗼𝗻𝗵𝗲𝗰𝗶𝗱𝗮 𝘂𝗺𝗮 𝗮𝘂𝘁𝗮𝗿𝗾𝘂𝗶𝗮 𝗱𝗼 𝗱𝗶𝘀𝘁𝗿𝗶𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗩𝗶𝗮𝗻𝗮 𝗱𝗼 𝗖𝗮𝘀𝘁𝗲𝗹𝗼.

 
O concelho de Monção foi distinguido com a bandeira verde para “políticas amigas da família” pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis (OAFR), promovido pela Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN). Pela primeira vez, desde o seu inicio, em 2008, foi premiado um município do distrito de Viana do Castelo.
No total, foram reconhecidos 81 concelhos do território nacional que, de acordo com a OAFR, promovem políticas de família globais, integradas e transversais, capazes de garantir às famílias o pleno exercício das suas responsabilidades e competências, de forma a prevenir e apoiar situações de risco e vulnerabilidade.
Para António Barbosa, presidente da Câmara, este prémio enche de orgulho todos os monçanenses, refletindo uma estratégia do município focada na defesa e valorização da família. Um trabalho, assinala, feito em parceria com os organismos estatais, as instituições sociais e a sociedade civil.
A entrega desta “bandeira” ao Município de Monção deve-se a um conjunto de medidas de apoio às famílias e ao envelhecimento ativo. Entre estas, o Programa “Monção Social”, o qual procura responder às necessidades sociais, económicas e de saúde da população, através da implementação de seis medidas de apoio.
Além da comparticipação em medicamentos e apoio à integração em creche, o Programa “Monção Social” engloba, ainda, apoio à vacinação infantil, apoio ao transporte de doentes não urgentes, apoio à recuperação de habitações degradadas, e atribuição de bens de apoio.
No plano fiscal, o IMI está na taxa mínima legal (0,3%), acrescida de dedução fixa para as famílias com dependentes: 20,00 € (1 filho), 40,00 € (2 filhos) e 70,00 € (3 ou mais filhos). Quanto ao IRS, o município entrega aos monçanenses 3% dos 5% da participação variável daquele imposto.
No setor da educação, o município disponibiliza transporte gratuito a todos os alunos do concelho e fichas de atividades até ao 8º ano de escolaridade. Para apoiar os alunos que ingressam no ensino superior público, tem vigente, anualmente, 30 bolsas de estudo.
Relativamente ao abastecimento de água ao domicilio, as famílias numerosas, equivalente a agregado familiares de cinco ou mais pessoas, beneficiam de um intervalo maior nos escalões, favorecendo a manutenção do consumo nos escalões mais baixos.
Com um banco local de voluntariado dinâmico, realizam-se, periodicamente, campanhas de sensibilização e entrega de alimentos às famílias com maiores dificuldades. Referência para o Banco da Mãe e do Bebé, onde é entregue roupa, artigos e produtos de bebé para, posteriormente, serem emprestados às famílias interessadas.
Criado em 2008, por iniciativa da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, o Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis tem como principais objetivos “acompanhar, galardoar e divulgar as melhores práticas das autarquias portuguesas em matéria de responsabilidade familiar para as famílias em geral”.

C.M.

sábado, 21 de novembro de 2020

COVID 19: MONÇÃO COMO MUNICÍPIO DE "RISCO ELEVADO"

Monção entra na lista municípios de risco de Covid - 19, ou seja, entre 240 e 480 casos ativos por 100 mil habitantes, uma norma do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças e em que Portugal se baseia. 

Há momentos, numa conferência de Imprensa, o primeiro-ministro, António Costa, anunciou medidas que configuram o novo estado de emergência, a entrar em vigor a partir de 3ª feira. 

Nos concelhos de risco, passa a haver patamares de risco elevado (entre 240 e 480 casos por 100 mil), risco muito elevado (entre 480 e 960) e extremamente elevado  (mais de 960). Abaixo de 240 casos, o concelho é considerado em risco moderado.

No Alto Minho, passa a existirem quatro concelhos com risco extremamente muito elevado ou elevado (Caminha e Valença; Ponte de Lima e Arcos de Valdevez), sendo que os outros seis estão caracterizados como de risco elevado, como é o caso de Monção.

Em risco “extremamente elevado” estão 47 concelhos, por apresentarem mais de 960 casos de doença por 100 mil habitantes.

No nível “muito elevado” estão 80 concelhos por apresentarem mais de 480 novos casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

Em risco elevado encontram-se 86 concelhos, com mais de 240 e até 480 casos por 100 mil habitantes, e, em risco “moderado”, estão 65 concelhos, com menos de 240 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

Monção entra no novo patamar de risco elevado com recolher obrigatório entre 23 e 5 h da manhã, teletrabalho obrigatório (com intensificação de fiscalização), limitado comércio até 22 h e restaurantes e equipamentos culturais até às 22h30. Vigorara a proibição de circulação entre concelhos, das 23h de dia 27 de novembro às 5 h de 2 de dezembro e entre as 23h de 4 de dezembro e as 5h de dia 9 de dezembro, com exceções como motivos profissionais. Não haverá há aulas a 30 de novembro e 7 de dezembro e tolerância de ponto no setor público, com apelo ao setor provado para dispensa de trabalhadores nestes dias.

Nos concelhos com mais de 240 casos por cem mil habitantes, serão realizadas ações de fiscalização de cumprimento de teletrabalho obrigatório.

Haverá uso obrigatório de máscara nos locais de trabalho. Exceto quando os postos de trabalho são isolados ou separação física entre diferentes postos.

Todavia, na próxima quinzena, Costa considerou, ainda, não ser "oportuno diferenciar medidas” entre os concelhos que têm mais de 480 casos por cada 100 mil habitantes e os que têm mais de 960.

No boletim epidemiológico da ULSAM, divulgado ontem, Monção registava 39 casos ativos, 224 casos confirmados desde o início da pandemia e 17 óbitos.

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

VOLUNTARIADO: BANCO DA MÃE E DO BEBÉ

O Banco da Mãe e do Bebé, em funcionamento na loja 4 do Mercado Municipal de Monção desde junho de 2015, tem como finalidade a receção de roupa, calçado, artigos e produtos usados de bebé e criança, até aos seis anos de idade.

Posteriormente, são emprestados às famílias interessadas que, quando não lhes fizerem falta, voltam a entregá-los no Banco da Mãe e do Bebé, iniciando-se um novo ciclo de “vida” dos artigos e materiais usados, apoiando outro agregado familiar. Até ao momento, já foram apoiadas 222 famílias a residir no nosso concelho.

Este espaço de apoio às grávidas, bebés e crianças envolve duas vertentes: ajuda às famílias monçanenses, minimizando os custos com a respetiva aquisição, e reutilização de determinados materiais e produtos, geralmente de curta utilização, utilizados com os bebés e as crianças.

O espaço do Banco da Mãe e do Bebé, aberto todas as quintas-feiras, entre as 9h30 e as 17h30, com intervalo para almoço entre as 12h30 e as 14h30, conta com o apoio de seis voluntárias. As prateleiras e armários foram objeto de recuperação por parte dos funcionários da autarquia.

O Banco Local de Voluntariado de Monção agradece a colaboração das voluntárias Maria Elvira Lebrão Balsa, Maria Rosalina da Costa Caldas, Maria Clara Quintela Alves, Maria Sidalina Lourenço Simões Vilar, Maria Luísa da Costa Vieira, e Maria Pereira Puga. Bem hajam pelo vosso trabalho. Muito obrigado.

Agradecimento extensivo às farmácias do concelho de Monção que colaboram com o Banco da Mãe e do Bebé, bem como à sociedade monçanense que, ao apoiar este espaço social, através da entrega de vestuário, materiais e produtos, revela sentido altruísta e vocação solidária. 

C.M.

terça-feira, 17 de novembro de 2020

NATAL A BRILHAR EM MONÇÃO

Com o “Natal Mágico 2020”, o Município de Monção fica ainda mais atrativo e sedutor, brilhando de uma forma especial. Além da habitual iluminação própria da época, a programação, feita pela autarquia local em parceria com várias associações locais e o envolvimento dos comerciantes, compreende diversas atividades alusivas à quadra festiva e religiosa.
O objetivo central é comemorar esta data importante no calendário religioso, mas também promover o comércio tradicional, incentivando as compras de Natal nos estabelecimentos locais. O programa tem inicio no dia 20 de novembro, pelas 18h00, com a iniciativa “Vamos Iluminar Monção”, ligação da iluminação natalícia em diferentes locais da vila. Momento abrilhantado por um espetáculo de fogo de artifício e animação musical.
Entre 5 e 8 de dezembro, a Praça Deu-la-Deu Martins recebe o “Mercado de Natal”, organização da POST`ARTE – Associação de Artesãos de Monção. Uma ótima oportunidade para adquirir uma “prenda artesanal” com a certeza que é “sempre especial”.
Destinada às famílias, com pais e filhos em alegre convívio, a iniciativa “Na Tal Coca”, entre 11 de dezembro e 3 de janeiro, na Praça da República, é um labirinto inspirado na lenda da Coca de Monção. A cada passo, é proporcionado um contacto com os aspetos mais interessantes e emblemáticos da história local. Até chegar à cauda, as surpresas serão mais que muitas.
Enquanto a Praça da República se enche de magia, fantasia e conhecimento, a Praça Deu-la-Deu vai transformar-se na Casa do Pai Natal. Entre 18 de dezembro e 3 de janeiro, as crianças, de sorriso aberto, podem sentar-se no trenó do Pai Natal e escrever-lhe uma carta, dizendo-lhe que se portaram bem e que gostariam de receber uma prenda à maneira.
Os adultos, com as memórias de meninice no coração, vão maravilhar-se com as figuras do presépio, o colorido do pinheiro de Natal e a sonoridade saída do Coreto. Ao mesmo tempo, podem desfrutar do cenário deslumbrante das árvores que rodeiam o “Terreiro”, embelezadas com motivos natalícios, criados pelas associações locais.
Quadra festiva vivenciada com acentuada carga religiosa, o programa “Natal Mágico 2020”, engloba, nos dias 23 e 29 de dezembro, pelas 21h00, representações simbólicas de dez quadros vivos, alusivos à época do nascimento de Jesus Cristo. Com a colaboração da comunidade monçanense e das coletividades locais, decorrem no Cine Teatro João Verde, com apresentação de cinco quadros em cada dia.
 
C. M.
Foto José Manuel L . Nogueira

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

MONÇÃO CONTINUA FORA DOS CONCELHOS COM ELEVADO RISCO DE CONTÁGIO

 Acaba de ser revista a lista dos concelhos de maior risco de contágio por Covid - 19. Passam de 121 para 191 os concelhos abrangidos (sete excluídos e 77 incluídos). No Alto Minho, mantêm-se os seis que já estavam nesse nível, mais Arcos de Valdevez. Monção continua, pois, de fora; é concelho de risco, embora menor que outros. O boletim epidemiológico  de ontem da ULSAM registava, em Monção, 33 casos ativos.

Depois de reavaliada a necessidade (provável) de novo Estado de Emergência (o atual vigora até dia 23),  deverá haver, ainda, medidas mais restritivas para concelhos em situação ainda mais grave, como Paços de Ferreira.

O encerramento de estabelecimentos comerciais e de restauração ocorrerá entre as 13h de sábado e as 8h de domingo e as 13h de domingo e as 8h de segunda-feira.

As exceções para esta regra serão aplicáveis aos estabelecimentos que já praticavam horários de abertura anteriores às 8h00, designadamente consultórios, farmácias, bombas de gasolina, retalho alimentar com porta direta para a rua (até 200 m2). Os hipermercados têm, pois, de fechar às 13h.

O Estado de Emergência devido ao agravamento do surto de SAR-CoV-2 coloca, pois, medidas mais restritivas como o recolher obrigatório entre as 23 horas e as 5 horas. Nos próximos dois fins de semana, a proibição de circulação na via pública acontece a partir das 13 horas, prolongando-se até às 5 horas.

sábado, 7 de novembro de 2020

COVID – 19: SITUAÇÃO CONTINUA A AGRAVAR-SE. UM PROBLEMA DE COMPORTAMENTO COLETIVO

De acordo com o relatório da ULSAM hoje divulgado, o número de casos ativos registados em Monção subiu para 28, mais seis que quarta-feira. Todavia, este concelho continua a ser, no Alto Minho, o 3º com menos casos ativos. Melhor só Ponte da Barca (12) e Melgaço (13).

De uma forma geral, em todos os 10 concelhos alto-minhotos, os casos continuam a aumentar. O relatório refere 889, mais 112 em relação ao anterior, da última quarta-feira. Viana do Castelo (275), a capital de distrito, e Ponte de Lima (218) são os concelhos com maior número de casos.

Da outro lado do rio Minho, na Galiza, a situação não é melhor. Nas últimas 24 horas, registaram-se 666 novos casos e sete mortos. A área sanitária de Vigo lidera; tem já 2 530 casos ativos.  Nela estão integrados os vizinhos concelhos de Tui e Porrino,  dois das seis dezenas de concelhos galegos alvos de medidas especiais de confinamento. Neles, não é possível entrar ou sair, salvo situações como as relacionados com trabalho ou cuidados de saúde.

“Todos os trabalhadores portugueses podem continuar a ir trabalhar para a Galiza, e os trabalhadores galegos podem continuar a vir trabalhar em Portugal. Fundamentalmente, haverá restrições a nível da hotelaria e restauração, na prática desportiva, sobretudo nos concelhos mais confinados. Os mais próximos do distrito de Viana do Castelo são Tui, que faz fronteira com Valença, e Porriño”, afirmou Fernando Nogueira, diretor do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) do Rio Minho e presidente da Câmara V. N. Cerveira.

 Em Portugal, também há 121 concelhos em confinamento parcial devido a situações de maior risco de contágio (mais de 240 casos por 100 mil habitantes). Seis deles situam-se no Alto Minho. Monção é um dos restantes quatro que, pelo menos, para já, não está no grupo.

Hoje, Portugal atingiu um novo máximo de casos diários (6 640) e teve o segundo pior dia, quanto ao número de vítimas mortais (56).

Uma situação que nos deve preocupar a todos, bem como de consciencialização de que se trata de um problema do nosso comportamento coletivo. Só se todos fizermos a nossa parte, é que a situação poderá ser ultrapassada.

terça-feira, 3 de novembro de 2020

FEIRAS CONTINUAM NO ALTO MINHO

Face às restrições, decididas em Conselho de Ministros, que se aplicam aos municípios com maior graus de contágios por Covid 19, a partir de amanhã, as feiras passavam a estar dependentes das autorizações das autarquias.

No Alto Minho, essas restrições aplicam-se a seis dos 10 municípios. Todavia, em reunião realizada na tarde de hoje, a comunidade dos municípios alto-minhotos decidiu autorizar as mesmas, desde que obedeçam ás normativas da Direção Geral de Saúde.

NOVEMBRO NO TERRITÓRIO DO CORAÇÃO

DENTRO DO CORAÇÃO chega a Monção e Melgaço em novembro de 2020.  No dia 14, sábado, às 15 h, no Cine Teatro João Verde, em Monção, e no dia 28, também sábado, às 11h, na Casa da Cultura de Melgaço. 
Depois de passar por Lisboa, Aveiro e Viseu, circula pelo Alto Minho até março de 2021. A direção artística deste espetáculo de dança para a infância (M/3) é assinada por Márcia Lança, em cocriação com a performer Ana Madureira.

O espetáculo é uma coprodução das Comédias do Minho com o Teatro Luís de Camões – LU.CA (Lisboa) e a VAGAR – Associação Cultural (Lisboa). Acredita-se que a valorização do território passa, também, pelos diálogos que estabelecemos para além dele. 

O espetáculo nasce de uma pergunta feita pela filha de Márcia Lança: “Mãe, o que há dentro do coração?”. A coreógrafa não queria responder que o coração é apenas um músculo que bombeia o sangue para todo o corpo. “E a felicidade? O amor? A dor? Como pode um simples músculo que bombeia sangue ter dado origem a tantas histórias de amor, vingança, inveja, ciúme, dor, angústia e desejo?”. Dentro do Coração é uma procura de resposta em forma de espetáculo.

          CdM

sábado, 31 de outubro de 2020

MONÇÃO ESCAPA (PARA JÁ) AO CONFINAMENTO PARCIAL

Face ao agravar da pandemia da Covid-19, a partir do próximo dia 4, em 121 concelhos, vai, nomeadamente, existir dever cívico de recolhimento domiciliário (exceto para ir trabalhar, ir à escola, fazer compras) eventos e celebrações limitados a 5 pessoas, salvo se do mesmo agregado familiar, encerramento de estabelecimentos comerciais a partir das 22h00 e ainda o teletrabalho obrigatório.

Nos 10 concelhos do Alto Minho, Monção, juntamente com Melgaço, Arcos de Valdevez e Ponte da Barca, para já, não está abrangido.

As novas medidas são aplicadas aos concelhos que tenham acumulado 240 casos por cada 100.000 habitantes nos 14 dias anteriores.  São considerados os concelhos de maior risco e identificados a cada 15 dias.

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

COVID-19: MONÇÃO COM 17 CASOS ATIVOS

De acordo com os dados conhecidos hoje, ao início da noite, Monção conta, oficialmente, com 17 casos ativos de Covid-19, sendo, a par de Arcos de Valdevez, o 3º concelho do Alto Minho com menos casos. Melhor só Ponte da Barca (3) e Melgaço (9).

No pólo oposto estão Viana do Castelo (207) e Ponte de Lima (115). No total, há 563 casos ativos na região alto-minhota.

Todavia, relativamente a casos confirmados desde o início da pandemia, Monção está na 3ª pior posição (180 casos), depois de Viana do Castelo (649) e Ponte de Lima (245). No Alto Minho, até hoje, já se verificaram 1825 casos.

Quanto a óbitos, Monção, com 16, é o 2º concelho com maior número. Mais só Viana do Castelo (21). No total, no Alto Minho já se registaram 67 mortes devido à pandemia.

Entretanto, de acordo com a SIC Noticias, o Governo está a ponderar um confinamento total nas duas primeiras semanas de dezembro, ou seja, tudo encerrado, incluindo comércio e restauração. A única exceção são as escolas.

Ao que apurou, esta é uma das medidas que está em cima da mesa para tentar que se chegue ao Natal com uma situação mais controlada do que a que vivemos agora.

MUNICÍPIO APOIA ALUNOS NO ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO

Considerando a necessidade de um maior apoio às famílias monçanenses, decorrente do contexto epidemiológico que vivemos, a Câmara Municipal de Monção, decidiu, no presente ano letivo, aumentar o número de bolsas disponíveis, passando de 15 para 30.


As candidaturas aos Incentivos à Formação de Quadros Médios e Superiores “João Verde” abrem na segunda-feira, dia 2 de novembro, prolongando-se até 30 de novembro. O regulamento e formulário de candidatura podem ser pedidos no Balcão Único de Atendimento, Edifício do Loreto, encontrando-se, também, disponíveis no portal municipal 
www.cm-moncao.pt (Educação – Incentivos Ensino Superior).


Neste apoio, destinado a comparticipar a formação de jovens monçanenses que frequentam o ensino superior público, são atribuídas bolsas de estudo, cujo valor está diretamente relacionado com os rendimentos familiares e a bolsa institucional de cada aluno.


C.M.

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

PLANO DE PORMENOR E SALVAGUARDA DE SANTO ANTÓNIO DE VALE DE POLDROS


Em fase de elaboração, o documento é objeto de consulta pública durante um período de 15 dias úteis.

O Plano de Pormenor e Salvaguarda de Santo António de Vale de Poldros, em Riba de Mouro, encontra-se em consulta pública durante um período de 15 dias úteis. Nos termos do Nº2, do Artigo 88º, do Decreto-Lei nº80/2015, o processo de auscultação, iniciado ontem, quarta-feira, termina no dia 17 de novembro, terça-feira.

Publicado terça-feira no Diário da República, edital nº1155/2020, os interessados poderão proceder à formulação de sugestões, bem como à apresentação de informações sobre quaisquer questões que possam ser consideradas no âmbito do procedimento de elaboração daquele documento.

A formulação de participações deverá ser efetuada por escrito, até ao termo do referido período, devendo ser dirigidas ao presidente da Câmara Municipal de Monção, António Barbosa. Como alternativa, podem ser enviadas para o correio eletrónico gap@cm-moncao.pt, em impresso próprio, disponibilizado no Balcão Único de Atendimento, Edifício do Loreto, e no portal municipal www.cm-moncao.pt.

Preservar os valores patrimoniais e culturais daquela área

O Plano de Pormenor e Salvaguarda de Santo António de Vale de Poldros, cuja elaboração foi aprovada em sessão camarária descentralizada, realizada no dia 12 de fevereiro do corrente ano, na freguesia de Parada, preconiza a conservação e valorização de todos os edifícios e espaços públicos, visando a preservação da área intervencionada.

Com a definição das condicionantes formais e funcionais dos futuros projetos urbanísticos para aquela zona protegida, pretende-se, entre outros objetivos, preservar os valores patrimoniais e culturais daquela área, maximizando as sinergias e potencialidades e minimizando os impactos negativos.

Além da importância histórica do conjunto arquitetónico existente, a valorização do património cultural é parte essencial do plano de salvaguarda daquela zona de montanha que, na atualidade, desempenha um papel relevante como motor de desenvolvimento económico e turístico para a freguesia de Riba de Mouro e para o concelho de Monção.


C.M.

sábado, 24 de outubro de 2020

BOMBEIROS DE MONÇÃO JÁ TÊM NOVOS TIMONEIROS DIRETIVOS

Tomaram posse, esta tarde, os novos corpos sociais dos bombeiros voluntários de Monção. Uma cerimónia que decorreu no quartel (parque das viaturas) da corporação com a presença de cerca de 60 pessoas. Entre elas, o presidente da Câmara, vereadores, presidentes de Junta de Freguesia, da Federação de Bombeiros do distrito e de diversas corporações alto-minhotas de bombeiros, comandante dos bombeiros do Beato, membros cessantes dos corpos sociais da corporação monçanense, atual Comando e corpo de bombeiros, além do comandante dos bombeiros do Beato e outras autoridades locais.

INCENTIVOS E FORMAÇÃO DOS COLABORADORES

“Por forma a aumentar os níveis de satisfação, motivação e produtividade, serão criados incentivos financeiros e não financeiros para os nossos colaboradores, sejam eles bombeiros assalariados, voluntários ou civis, bem como haverá uma forte aposta na formação, dos mesmos, para que possam sempre prestar um serviço de excelência”.

O anúncio foi efetuado pelo novo presidente da Direção da corporação, Gonçalo Nuno Oliveira, logo após a tomada de posse. Este prometeu, na oportunidade, “monitorizar e avaliar os níveis de qualidade dos serviços prestados, bem como, o grau de satisfação junto dos fornecedores, clientes, colaboradores, instituições e comunidade em geral.”

Gonçalo Nuno, que quer “recuperar a confiança junto dos fornecedores” e “equilibrar  a situação económico-financeira da associação”, estabelecendo, como  “prioridade, a reavaliação dos serviços que prestamos, reorganização dos procedimentos internos, renegociação de contratos, abertura de concursos públicos para a prestação de serviços, bem como, um plano rigoroso para a gestão da nossa frota, equipamentos e instalações.”

Ao comandante e segundo comandante, que tinham colocado o lugar à disposição, renovou-lhes a confiança, reconduzindo-os nas suas funções.

Por outro lado, reconheceu o “apoio inexcedível e incondicional que sempre tiveram para com esta associação” dos representantes autárquicos municipais. “Sabemos que as vossas portas estão sempre abertas para nos receber”, observou.

 BEM MAIS VALIOSO

Apelou, ainda, à participação  dos associados e qualificou as bombeiras e bombeiros, assim como colaboradores civis, como o “bem mais valioso que possuímos: Mulheres e Homens que servem esta causa, sem regatear esforços ou pedir algo em troca”.

O novo presidente da instituição terminou dirigindo-se aos presentes, interpretando a sua presença como “ um voto de confiança” que  “vem dar-nos o alento que precisamos para prosseguir este projeto”.
A concluir, garantiu que “nesta casa, só existem duas formas de estar, ou a salvar ou a apoiar quem salva.”

BOMBEIROS SÃO HERÓIS

Antes, o presidente da  Assembleia Geral, José Manuel Lima Nogueira, lembrou os “bombeiros desta associação” com uns heróis que “deixam muitas vezes a sua família e amigos, indo em socorro da população”. 

A verdade é que a sirene quando toca, toca para todos. Mas estes sentem-na com mais intensidade como um SOM de chamamento. Para as famílias daqueles que por cá passaram e dos que estão, esse SOM, nunca mais lhes será indiferente”, enfatizou.

Quanto aos novos corpos sociais, diz esperar “semelhante entrega, empenho e devoção”, designadamente “no engrandecimento Desta instituição, na busca de novas fórmulas e métodos de server,
 na melhoria das condições de trabalho dos operacionais, na dignificação do voluntariado e na sua regulamentação, no rigor de procedimento, na entreajuda com as instituições congéneres, no apoio às populações, na procura constante de mecanismos de apoio à sustentabilidade financeira da instituição”

Nesse sentido, mostrou-se convicto de que a nova direção, presidida por Gonçalo Nuno Oliveira, nos dá “segurança quanto ao seu futuro”, pois é “uma equipa formada por pessoas com provas dadas a vários níveis, no setor privado e no público”.

NOVO PRESIDENTE SUBIU OS DEGRAUS

Lembrou que GONÇALO NUNO OLIVEIRA ”passou e subiu quase todos os degraus do CORPO DE BOMBEIROS, e desempenhou vários CARGOS DOS ÓRGÃOS SOCIAIS ATÉ CHEGAR, HOJE, A PRESIDENTE DA DIREÇÃO”. Por via disso, “CONHECE, como poucos, todos os setores e os cantos da casa. É alguém que conhece e trata todos e cada um dos operacionais e colaboradores pelos seus próprios nomes. Que sabe e identifica os pontos fortes e fracos e como intervir para melhorar a qualidade dos serviços à comunidade e acrescentar mais valia aos nossos Bombeiros”.

Lembrou, a propósito, que é “tempo de aproximar os nossos associados, atrair os jovens e os munícipes do nosso concelho a esta NOBRE CAUSA HUMANITÁRIA!”.

Considerou, também, que é “tempo de assumir uma forte preocupação na manutenção da nossa capacidade técnica, apostando na FORMAÇÃO DOS NOSSOS BOMBEIROS”.

Saudou, ainda, o apoio do presidente da Câmara Municipal,  “que, em nenhum momento esteve, nem está, em causa, até porque, estamos certos, nunca faltará”, 

A terminar, lembrou ainda os fundadores, em 19 de março de 1900, da instituição, ABÍLIO DANTAS SOUSA ARAGÃO E DEOCLECIANO RODRIGUES TORRES “que, NUM VERDADEIRO HINO DE AMOR AO PRÓXIMO, que ainda hoje está inscrito nas nossas almas SENTIRAM A CHAMADA DA SIRENE NOS SEUS CORAÇÕES e concretizaram, de forma generosa, essa ambição.”

O comandante e o presidente da Câmara também usaram da palavra, sublinhando a importância da corporação ao serviço da comunidade.

MANDATO VÁLIDO ATÉ 2023

A eleição dos novos órgãos sociais para o triénio 2021 – 2023 decorreu ontem, com uma única lista a sufrágio. Dos 66 votantes, 60 votaram nela. Registaram-se quatro votos nulos e dois em branco.

ASSEMBLEIA GERAL

Presidente: José Manuel Lima Nogueira, Vice: Custódio Teixeira; Secretário: Isaías Novo; Suplentes: Susana Alves e Andreia Simões.

DIREÇÃO

Presidente: Gonçalo Oliveira; Vices: Ivo Fernandes e Amâncio Alves; Tesoureiro: Paulo Oliveira; Secretário: Sónia Veloso; Secretário Adj: João Luís Barreiro; Vogais: Manuel Carlos Gonçalves, Nelson Pacheco e M. Armando Alves; Suplentes: Miguel Cerqueira, José Carlos Sousa e Paulo Gonçalves.

CONSELHO FISCAL

Presidente: Ana Brito; Secretário: Osvaldo Machado; Relator: Hélder Francisco; Suplentes: Márcio Alves e Catarina Lourenço.



Presidentes da Direção e da Assembleia Geral

Presidente da Câmara








sexta-feira, 23 de outubro de 2020

PROJETO “DE CASA PARA UM MUNDO…” SEGUE EM VIAGEM PARA MONÇÃO E VIGO

Galeria de Arte CTJV inaugura itinerância no próximo sábado, às 18h00

 Integrando a XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira, a exposição “De casa para um mundo…” revelou-se um projeto de sucesso e tem já duas itinerâncias agendadas. A Galeria de Arte CTJV, em Monção, e o Centro Cultural Português do Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, em Vigo, são os espaços que irão acolher esta mostra que reúne 30 obras de 15 escritores, 15 artistas plásticos e 15 compositores.

 Trata-se de um projeto artístico inédito, concebido por Manuel de Novaes Cabral e Sobral Centeno, que reuniu, em tempos de pandemia, nomes bem conhecidos das artes visuais e da literatura contemporânea. Maria de Fátima Lambert é a curadora desta exposição que integrou mais tarde, por sugestão de Paula Freire, a área da música.

O resultado foi a criação à distância de obras coletivas que foram dadas a conhecer ao público na XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira, no Solar dos Castros. Para além da exposição, o programa contemplou ainda uma visita comentada, mesas-redondas e depoimentos dos protagonistas, em streaming e gravados.

O sucesso do projeto foi tal que a mostra segue agora em viagem para Monção e Vigo: “Vai ser cumprido o propósito da itinerância, essa movimentação e liberdade que vemos condicionada pelas circunstâncias ainda vividas. As viagens das obras abrem-se a novos horizontes, cabendo a Monção ser o primeiro destino deste Grand Tour tão especial”, explica Maria de Fátima Lambert.

B.C.



quinta-feira, 22 de outubro de 2020

"O AMANTE DO MEU MARIDO" NO CINE-TEATRO JOÃO VERDE

No próximo sábado, dia 24, pelas 17h00 e 21h30, o palco do Cine Teatro João Verde recebe a peça de teatro “O Amante do Meu Marido”, uma comédia atual e divertida repleta de picardia e boa disposição. A entrada custa 10,00 €, podendo ser adquirida na Loja Interativa do Turismo ou na bilheteira do Cine Teatro João Verde.

 A história passa-se no apartamento de Asdrúbal e Constança. Aposentado, Asdrúbal tem o sonho de ser ator e não poupa esforços para atingir esse objetivo. Entre um telefonema ao agente, onde interpreta o papel de homossexual, e a inesperada chegada da sua esposa, que ouve parte da conversa, surge a grande confusão.

 Constança acredita que o seu marido é realmente homossexual e que ele tem um caso com Arnaldo, o seu agente. Para aumentar o burburinho, a empregada da casa, Mariline, vê Asdrúbal em novos e divertidos ensaios de representação no papel de futuro ator, provocando grandes mal-entendidos e muitas risadas do público.

 Cumprindo as recomendações da Direção Geral da Saúde, foi implementado um plano de contingência e os lugares da sala foram reduzidos a metade, respeitando as normas e indicações para a segurança e conforto das pessoas presentes.

C.M.

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

BICICLETAS ELÉTRICAS PARTILHADAS NAS EUROCIDADES A PARTIR DE MARÇO

A eurocidade Monção - Salvaterra, juntamente com a de Cerveira-Tomiño e Valença-Tui, vão ter, a partir de março de 2021, uma gestão partilhada de bicicletas elétricas entre os seis núcleos urbanos de ambos os lados de fronteira, com ligação à rede transfronteiriça de percursos verdes do rio Minho transfronteiriço.

Com um investimento de 90 mil euros, o projeto piloto de mobilidade sustentável transfronteiriço, promovido pelo Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial(AECT) Rio Minho, foi ontem apresentado no Parque de Lazer do Castelinho, em Vila Nova de Cerveira.

No total, são 42 bicicletas distribuídas equitativamente pelos seis municípios, com GPS incorporado e um sistema baseado no uso de aplicação móvel (APP)e da utilização de cartão de utilizador RFID. 

projeto prevê a instalação, em cada um dos concelhos de cada eurocidade, de uma estação de parqueamento virtual, sendo que cada bicicleta se encontra ainda equipada com sistema de fecho eletrónico que permite o bloquear em qualquer ponto e fazer uma interrupção temporária da viagem.

VNC

THE WHITE EXPERIENCE SUBSTITUÍDO POR THE WEB EXPERIENCE

 A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) cancelou o evento “Monção e Melgaço – The White Experience”, previsto para o fim de semana de 24 e 25 de outubro, devido à pandemia de Covid-19.

No anúncio, em comunicado, a CVRVV adianta que o The White Experience “será substituído por “Monção e Melgaço – The Web Experience”, a 28 e 29 de novembro, com transmissão online de provas conduzidas” pelos críticos de vinhos Fernando Melo e João Paulo Martins.

O The Web Experience incluirá ainda sessões com produtores de Monção e de Melgaço e outros convidados de outras regiões portuguesas.

A CVRVV afirma que cancelou o The White Experience “após o anúncio do novo contexto legal aplicável ao combate à pandemia de Covid-19 e com base nas preocupações de saúde pública que se estendem para além das questões legais” e adianta que a edição 2021 será nos dias 06 e 07 de junho. Do programa deste evento constará o Dia de Monção e Melgaço.

Os bilhetes já adquiridos para o evento que estava marcado para o próximo fim de semana “serão convertidos em packs de prova que são enviados para a morada de cada consumidor ou enófilo registado, de forma a que as provas possam ser acompanhadas “online” com acesso a uma seleção de três vinhos”, informa a Comissão.

L.

terça-feira, 20 de outubro de 2020

DELEGAÇÃO DA CÂMARA DE MONÇAO EM PONTEVEDRA

Delegação do Município de Monção reuniu com a direção da Faculdade de Belas Artes de Pontevedra e o diretor do Museu de Pontevedra.  

 Com a finalidade de aproximar, ainda mais, as culturas minhota e galega, uma delegação do Município de Monção, liderada pelo seu presidente, António Barbosa, reuniu, na passada quinta-feira, com a direção da Faculdade de Belas Artes de Pontevedra.

Neste encontro com o diretor, Xosé Manuel Buxán, e o vice-diretor, Javier Tudela, analisou-se uma proposta de intercâmbio cultural que, em linhas gerais, visa a apresentação de projetos artísticos de alunos e professores daquela instituição de ensino superior, na Galeria de Arte de Cine Teatro João Verde, e em outros espaços municipais de Monção. 

 Com total abertura e disponibilidade de ambas as partes, ficou, desde já, estabelecido que, no decorrer do próximo ano, Monção receberá dois projetos expositivos da Faculdade de Belas Artes de Pontevedra. Ponto de partida de um relacionamento que será reforçado nos anos seguintes.

 Aproveitando a deslocação àquela cidade galega, a delegação monçanense visitou o Museu de Pontevedra, tendo reunido com o seu diretor, José Manuel Rey, ficando em aberto a possibilidade de cooperação futura com esta relevante instituição cultural.

C.M.

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

MONÇÃO RECEBE 10 MILHÕES DO ORÇAMENTO DE ESTADO

Monção vai receber, em 2021, cerca de 10 milhões de euros do orçamento de Estado, de acordo com a proposta de orçamento de Estado entregue no Parlamento. É o 4º concelho que mais recebe.

No total, os 10 municípios do Alto Minho encaixam perto de 106, 5 milhões de euros. As câmaras de Viana do Castelo (19, 9 milhões de euros) e de Ponte de Lima (cerca de 15, 7 milhões) são as que mais dinheiro vão receber. Valença é quem menos recebe (7 milhões).

PENHA DA RAINHA JÁ É SÍTIO DE INTERESSE PÚBLICO

 O castelo da Penha da Rainha, também conhecido por castelo de São Martinho da Pena, na freguesia de Abedim, foi hoje classificado como sítio de interesse público pela sua “importância” histórica e arqueológica, segundo uma portaria publicada em Diário da República.

No documento, a secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Carvalho Ferreira, sublinha que o castelo, situado no lugar de São Martinho, freguesia de Abedim, concelho de Monção, distrito de Viana do Castelo, é um “testemunho notável de vivências ou factos históricos”.

A portaria realça ainda o “valor estético, técnico e material intrínseco” do monumento e a sua “importância” para a “investigação histórica ou científica”.

A classificação agora atribuída pretende travar a “diminuição ou perda da sua perenidade ou integridade”.

“Apesar da sua situação privilegiada em termos geoestratégicos na época de conquista e consolidação do território, o castelo da Pena da Rainha foi sendo progressivamente abandonado, e no início do século XVIII as pedras remanescentes da estrutura da fortificação foram usadas na obra da igreja paroquial de Abedim. No entanto, a notável singularidade do local, que conserva um elevado valor patrimonial, justifica plenamente a sua classificação”, destaca a portaria.

O castelo está “implantado no topo do maciço granítico do monte de São Martinho, o sítio arqueológico integra os vestígios de um castelo roqueiro, incluindo marcas da cerca, das estruturas rupestres habitacionais, de culto e sepulcrais, e trechos de uma antiga torre de menagem, posterior à edificação primitiva”.

O monumento “constitui um testemunho dos modelos de ocupação do território no período de transição entre o primeiro e o segundo milénio, atestados pelos indícios pré-românicos datáveis dos séculos IX e X, apresentando ainda vestígios de ocupação até ao século XIII”.

A portaria aponta ainda um conjunto de restrições de proteção, como a necessidade de elaboração de “projeto específico” e “parecer da autoridade competente” para “todas as ações de valorização” que venham a ser efetuadas no castelo.

Também “não são admitidas ações de plantação de árvores ou florestação”, bem como de “exploração de inertes”.

A portaria cria ainda uma Área de Sensibilidade Arqueológica (ASA), correspondente a todo o sítio classificado”.

“Todas as ações destinadas à conservação, como limpeza de matas e arranjo de caminhos, devem ser sujeitas a acompanhamento arqueológico por parte de arqueólogo devidamente autorizado pela tutela”, refere a portaria.

Segundo o documento, “todos os trabalhos de valorização devem ser executados mediante acompanhamento arqueológico” e a realização de estudos ou investigações no castelo “devem ser alvo de um Projeto de Investigação Plurianual em Arqueologia (PIPA), sob a responsabilidade de arqueólogo ou equipa de arqueologia”.

A classificação agora atribuída foi proposta, em 2013, pela Direção Geral do Património Cultural (DGPC) e justificada com a sua “exemplaridade e autenticidade no âmbito do património cultural português”.

Apresenta um conjunto de vestígios arqueológicos que remetem para funções “não só de defesa, mas também de caráter religioso/culto, enterramento e de habitação”.

Trata-se de um castelo que é “testemunho das características fortificações dos séculos IX e XI, da época da reconquista”.


L.

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

ADEGA DE MONÇÃO COM BOAS PERSPETIVAS NA PRODUÇÃO

 As vindimas no maior produtor da sub-região de Monção e Melgaço tiveram início a 4 de setembro e terminaram a 1 de outubro. Em jeito de balanço, a Adega de Monção destaca a qualidade da uva.

Com 1600 associados, a Adega de Monção mostra-se satisfeita com a colheita vindimada durante o último mês. Embora este ano seja atípico devido à pandemia, e até mesmo a nível meteorológico, a Adega de Monção tem boas perspetivas para a produção. Isto porque as uvas colhidas apresentam um excelente grau de qualidade fitossanitário, que com certeza se espelhará nos vinhos produzidos pela Adega.

O Presidente da Adega de Monção, Armando Fontainhas, refere que, este ano, receberam “as melhores uvas de sempre”. Mesmo com a variabilidade meteorológica que se registou nos meses de Julho e Setembro, devido às altas temperaturas, a colheita revelou-se “ainda melhor do que se previa”.

O sucesso desta vindima está também nas mãos de quem cuida das vinhas todo o ano, colocando todo o trabalho e todo o seu conhecimento na terra e das videiras: os cooperantes da Adega de Monção. Armando Fontainhas deixa um agradecimento especial a todos os que trabalharam diariamente para que nesta altura do ano não existam contratempos.

“Os nossos cooperantes foram o elemento chave para que tudo corresse como estava previsto. É também de enaltecer o comportamento dos nossos cooperantes no que toca às normas de segurança impostas devido à pandemia. Todos os procedimentos estabelecidos para as vindimas: a medição da temperatura à entrada da Adega, a utilização obrigatória da máscara e só estar uma pessoa por trator, foram cumpridos à risca.”, afirma o presidente da Adega de Monção.

Embora 2020 esteja a ser um ano atípico, e se tenha registado um decréscimo na produção de uvas tintas, a maior produtora da sub-região de Monção e Melgaço mostra-se muito confiante quanto aos resultados e quanto ao bom vinho que se está a produzir, que em breve os portugueses vão poder provar

RG

sábado, 10 de outubro de 2020

VAMOS TER UMA THE WHITE EXPERIENCE DIFERENTE

No fim de semana de 24 e 25 de outubro, vai decorrer o Monção & Melgaço - The White Experience, o grande evento de vinhos brancos. Este ano, de forma diferente, em 10 locais diferentes para visitar e mais de 20 produtores envolvidos, novamente organizado pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV).

Assim, em vez de reunir os produtores no mesmo espaço, distribuir-se-ão pela ,Adega de Monção, Anselmo Mendes, Márcio Lopes Winemaker, PROVAM, Quinta das Pereirinhas, Quinta de Santiago, Quintas de Melgaço, Soalheiro, Solar do Alvarinho de Melgaço e Museu do Alvarinho de Monção. Além dos de de cada um dos produtores participantes, haverá vinhos internacionais.

Poderá simplesmente provar os vinhos, estabelecer ricos diálogos com os produtores ou poderá ainda aprofundar os seus conhecimentos nas provas coletivas que irão decorrer no Solar (Melgaço) e Museu (Monção) do Alvarinho, refere a CVRVV.

O bilhete diário custa 10 euros, com acesso à marcação de visita e prova dos vinhos nos 10 locais do evento que decorre entre as 14h30 e as 20h00. Após a aquisição do bilhete, a marcação prévia da visita e prova é obrigatória, pois o número de lugares é limitado às orientações da DGS. 

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

COVID 19: PAÍS PIORA E MONÇÃO MELHORA

No dia em que Portugal regista o segundo dia com mais novos casos de Covid 19 (1 394), desde o início da pandemia, Monção vê diminuir o número de infetados. Com apenas nove casos ativos (menos dois casos que na última terça-feira e menos quatro que na semana passada) é, neste momento, o 4º concelho do Alto Minho com menor número de casos ativos. Melhor só Paredes de Coura e Melgaço (3 casos cada) e Arcos de Valdevez (8 casos).

No pólo oposto está Valença, com 85 casos, seguindo-se Caminha, com 63, e a capital de distrito, Viana do Castelo, com 57.

Todavia, no registo histórico de todos os casos já verificados, desde o início da pandemia (incluindo, pois, os já recuperados), Monção está em 2º lugar, com 158 casos e 16 óbitos. Pior só Viana do Castelo, com 380 casos e 21 óbitos.

Entretanto, também foi hoje conhecido um caso de um miúdo de sete anos, do 1º ano do Centro Escolar Pinheiro Gonçalves, na vila de Monção, e do pai, “sem sintomas”. Foi, porém, há quase um mês e após apenas dois dias de aulas.

PAÍSES IBÉRICOS "CRIAM" TRABALHADOR TRANSFRONTEIRIÇO

A criação da figura de trabalhador transfronteiriço e de um documento único de circulação para harmonizar a passagem de menores entre Portugal e Espanha são duas medidas previstas na Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço, que será apresentada no sábado.

“Pela primeira vez há um documento político que resulta da vontade dos dois países em definirem uma estratégia”, disse à Lusa a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, a propósito da Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço (ECDT), que será apresentada no sábado, na Cimeira Luso-Espanhola, que se irá realizar na Guarda.

A estratégia irá abranger 1.551 freguesias, cerca de metade das freguesias portuguesas, e abarca uma área correspondente a 62% do território nacional, beneficiando diretamente mais de 1,6 milhões de portugueses e cinco milhões de habitantes dos dois lados da fronteira.

Além disso, acrescentou, as autoridades portuguesas e espanholas estão também já a trabalhar num “documento único de circulação para harmonizar e padronizar a passagem de menores na fronteira”, bem como a tentar encontrar “melhorias para a cobrança das portagens”.

Um dos projetos que está a ser trabalhado prevê a articulação dos serviços de emergência na zona da fronteira. A ideia é permitir que se uma pessoa se sentir mal e ligar para o 112 seja socorrida pela ambulância que estiver mais perto do local, seja portuguesa ou espanhola. “Trata-se de racionalizar e partilhar serviços que temos”, enfatizou.

L.


terça-feira, 6 de outubro de 2020

BOMBEIROS COM NOVA DIREÇÃO

Tomam posse no próximo dia 24, um sábado, pelas 16h00, os novos dirigentes da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Monção. O ato decorrerá no Salão Nobre desta instituição e refere-se ao mandato 2021 – 2023.

As eleições decorrem no dia anterior, 23 deste mês, e já expirou o prazo para apresentação das listas. Apresentou-se uma única lista. Face a esta circunstância, Gonçalo Nuno Oliveira deverá ser o presidente da Direção, sucedendo a Paulo Rocha que está no cargo há seis anos (dois mandatos). José Manuel Lima Nogueira continuará a presidir à Assembleia Geral.

Na mesma, aguarda-se que o novo presidente apresenta aquelas que serão as principais linhas de força da sua ação.
Para o ato espera-se a presença do presidente da Federação Distrital dos Bombeiros de Viana do Castelo e presidentes de corporações do distrito de Viana do Castelo.
Sabemos que também são convidados o presidente da Liga dos Bombeiros, deputados e autarcas do Município de Monção, entre outras entidades.