sexta-feira, 30 de setembro de 2022

INAUGURAÇÃO DO “MONÇÃO HABITAT CRIATIVO – INCUBADORA DE EMPRESAS”


Abertura oficial realiza-se no dia 5 de outubro, feriado nacional, pelas 16h30. O novo equipamento tem como objetivo apoiar os jovens empreendedores no processo de desenvolvimento e consolidação das suas atividades profissionais, visando dinamizar e diversificar a economia local.

 O antigo armazém da CP aponta para o futuro, ganhando nova vida como “Monção Habitat Criativo - Incubadora de Empresas”. Os trabalhos de reconversão representaram um investimento superior a 200 mil euros. A inauguração oficial, que engloba a entrega de votos de louvor às empresas monçanenses distinguidas como PME Líder 2021, realiza-se no dia 5 de outubro, feriado nacional, pelas 16h30.

O novo espaço, localizado numa das principais entradas do centro histórico da vila, tem como objetivo apoiar os jovens empreendedores no processo de desenvolvimento e consolidação das suas atividades profissionais, visando dinamizar e diversificar a economia local, ampliar e modernizar o tecido empresarial e criar postos de trabalho estáveis e qualificados.

 Além de disponibilizar espaços físicos com condições efetivas para o pleno desenvolvimento da atividade, o denominado “Monção Habitat Criativo” pretende facilitar aos “residentes” o acesso a um conjunto de parceiros, investidores e empresários, proporcionando-lhes, desta forma, uma inserção mais rápida no contexto laboral.

 No sentido de potenciar o espírito empreendedor e promover a dinâmica empresarial, a filosofia deste espaço aglutinador passa pela criação de um modelo de trabalho partilhado (recursos, experiências, ideias, serviços e competências técnicas) que, por sua vez, conduza a um ambiente favorável à aprendizagem e ao empreendedorismo.

 O novo equipamento, objeto de uma profunda intervenção de reabilitação estrutural e espacial, compreende dois pisos, ligados por escada e plataforma elevatória para utilização por pessoas de mobilidade reduzida. Estão disponíveis lugares de trabalho em openspace, gabinetes individuais, sala de reuniões/formação, e espaço de convívio.

M.M.

Outubro é o mês do Cordeiro à Moda de Monção ("Foda")


Dois fins de semana, dias 8, 9, 15 e 16, para saborear este prato genuíno do nosso território conhecido como “Foda à Monção”.  Distinguido como uma das “7 Maravilhas Gastronómicas de Portugal”, apresenta uma textura singular e um sabor inconfundível.

 

Monção oferece um vasto cardápio de paladar caseiro e gostoso, evidenciando-se, entre outros manjares, o Cordeiro à Moda de Monção, conhecido como “Foda à Monção”, um prato apreciado e distinguido no país como uma das “7 Maravilhas Gastronómicas de Portugal”.

 

Dada a sua história, tradição e autenticidade, o Município de Monção promove, em conjunto com a restauração local, o Mês do Cordeiro à Moda de Monção, distinguindo em dois fins de semana seguidos, dias 8, 9, 15 e 16, este prato genuíno do nosso território, de textura singular e sabor único.

 

Esta iniciativa, complementada com diversas atividades culturais, lúdicas e recreativas, visa proporcionar aos apaixonados do bom garfo a oportunidade de saborear este manjar emblemático do nosso roteiro gastronómico, transmitindo aos comensais uma experiência sensorial e gustativa única.

 

Revelador do carinho, respeito e hospitalidade que as pessoas deste território lendário dedicam a quem nos visita, o Mês do Cordeiro à Moda de Monção é um convite para a passagem de uma jornada gastronómica de excelência, onde não faltarão momentos marcantes que ficarão gravados na memória dos visitantes.

 

Com a participação de 18 restaurantes do concelho, a iniciativa prevê, nos quatro dias, intervenções artísticas no espaço publico promovidas pelo “Colectivo Rua”, bem como a atividade “Cultura Doce” no Museu Alvarinho, no Museu Monção & Memórias e no Museu Alto Minho 4D – Rota dos Castros.

 

Intervenções artísticas

 

Nos últimos anos, os espaços públicos do centro histórico de Monção têm sido invadidos por diferentes manifestações artísticas, gerando, lentamente, um diálogo criativo entre o património histórico e a linguagem artística contemporânea, propondo, aos visitantes, uma oferta cultural mais ampla e diversificada.

 

Nestes dias, o “Colectivo Rua” levará a cabo um conjunto de ações, cujo objetivo consiste em garantir continuidade a esse diálogo construtivo e enriquecedor. Assim, elementos do mobiliário urbano vão ser intervencionados, originando um mapeamento do circuito “Entre Museus”, tendo como princípio orientador aspetos variados da cultura local

 

Cultura Doce

 

A visita a um museu tem sempre surpresas. Neste caso, a descoberta de histórias e sabores representativos dos três vales (Minho, Mouro e Gadanha) que compõem o nosso território, através de uma viagem deliciosa que levará os visitantes a conhecer, com maior profundidade, a nossa imensa riqueza gastronómica.

 

A ideia é resgatar as iguarias do passado, trazendo-as de volta ao presente. Desta forma, para delícia dos apaixonados pela doçaria, vamos apresentar nos museus da sede do concelho (Museu Alvarinho, Museu Monção & Memórias e Museu Alto Minho 4D – Rota dos Castros) verdadeiros tesouros culinários (Bucho Doce, Sopa Seca e Queijadinhas da Tineira). 

 

Entronização, caminhada e circo contemporâneo 

 

No âmbito da programação, decorrerá, também, no dia 8, sábado, pelas 21h30, o espetáculo de circo contemporâneo “Dual Sim”, no Cine Teatro João Verde. No dia 15, sábado, pelas 11h00, no mesmo local, realizar-se-á o IV Capítulo de Entronização da Confraria da Foda de Pias – Monção. A cerimónia será antecedida por um desfile, entre o Parque das Caldas e o Cine Teatro João Verde.

 

Nesse dia, pelas 9h00, tem início mais uma caminhada da iniciativa “Descobrir Monção a Caminhar”, a qual consta de uma etapa do Caminho Minhoto Ribeiro, entre a Igreja de Barbeita e S. João de Sá, numa extensão de 12 quilómetros. Pelas 17h00, no Museu Monção & Memórias, terá lugar a entrega de prémios do concurso “Coca de Monção`22”

 

Voucher oferta

 

O Mês do Cordeiro à Moda de Monção, conhecido como “Foda à Monção”, conta com a participação de 18 restaurantes do concelho que prometem confecionar aquele prato emblemático da região, uma receita só nossa, com carinho, esmero e mestria.

 

Quem visitar um dos restaurantes aderentes tem direito a um voucher oferta, incluindo um pequeno alguidar em barro alusivo à iniciativa e Roscas de Monção, doce de textura crocante e calda de açúcar aromatizada com anis, distinguido como uma das “7 Maravilhas Doces de Portugal”.


M.M.

 

quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Ata de vistoria da fronteira entre Monção, Salvaterra, As Neves e Arbo


A assinatura do auto de reconhecimento de fronteira do rio Minho entre os municípios portugueses e galegos realizou-se, ontem, a bordo da lancha “NRP Rio Minho”

 

Os autarcas de Monção, Salvaterra, As Neves e Arbo assinaram, ontem, a ata de vistoria de fronteira entre Portugal e Espanha em pleno rio Minho, juntamente com os restantes municípios portugueses e galegos banhados por aquele troço de água internacional.

 

A assinatura do auto de reconhecimento de fronteira do rio Minho entre os municípios portugueses e galegos realizou-se a bordo da lancha “NRP Rio Minho” com a presença dos autarcas de ambas as margens e o comandante da Capitania do Porto de Caminha, Pedro Santos Jorge, e do seu congénere de Tui, Pablo Redondo.


O embarque dos autarcas portugueses efetuou-se em Vila Nova de Cerveira e o dos autarcas galegos em Tui. O encontro entre as duas embarcações, lancha “NRP Rio Minho” e lancha “Cabo Fradera”, teve lugar em pleno rio Minho. A cerimónia oficial decorreu a bordo da lancha portuguesa.


O Município de Monção, representado pelo seu presidente, António Barbosa, assinou a ata de vistoria da fronteira entre os dois países com os seus homólogos galegos dos Ayuntamientos de Salvaterra do Miño, Marta Valcarcel, de As Neves, Xosé Manuel Mendez, e de Arbo, Horácio Gil Exposito.

A presente cerimónia enquadrou-se nos termos do artigo XXV e do artigo VIII, do anexo I, do Tratado de Limites entre Portugal e Espanha, assinado a 29 de setembro de 1864, quando foi reconhecida a linha fluvial do rio Minho que serve de fronteira entre os dois países.


M.M.

terça-feira, 27 de setembro de 2022

Menos uvas e mais qualidade

A azáfama das vindimas dos 1.480 produtores da Adega Cooperativa Regional de Monção termina hoje com uma colheita menor do que em 2021, cerca de 4%, mas com a certeza de que a qualidade do Alvarinho vai ser de “excelência”.

Apesar da falta da chuva e do muito calor que se fez sentir este ano, o diretor daquela que é considera a maior adega cooperativa da região dos vinhos verdes, Armando Fontainhas, antevê “um dos melhores anos de sempre da história da adega” no distrito de Viana do Castelo.

Temos tudo para que o ano de 2022 seja um ano de excelência”, sublinhou, “com uvas de qualidade excecional, com boas graduações alcoólicas”.

Sem qualquer vestígio de podridão. Os cachos estão fantásticos. Estamos a receber uvas como raríssimos anos recebemos na história da adega”, destacou.

Em Monção, que juntamente com Melgaço forma a sub-região demarcada dos Vinhos Verdes, as vindimas começaram no dia 03 de setembro, com a colheita das uvas brancas das vinhas plantadas nas zonas mais baixas do concelho, e terminam hoje, nas zonas de montanha, como a aldeia de Merufe, onde crescem os cachos de uva tinta.
Este ano, a produção das uvas brancas, “caiu cerca de 4% em relação a 2021, um ano recorde na produção de uva branca. A uva tinta, acompanha a tendência.

Apesar de uma ligeira quebra em relação ao ano passado, o mais importante, é a qualidade fitossanitária da uva que é fantástica”, realçou o diretor da adega.
Segundo as estimativas do responsável, as vindimas resultaram “em oito milhões e meio de uvas brancas e tinta”. Estamos a falar de perto de um milhão de uvas tintas e mais de sete milhões uvas brancas, que resultarão de perto de sete milhões de garrafas”, apontou.

Desde o início do mês que um entra e sai de tratores, carregados das uvas mais caras do país, marca o quotidiano da vida da adega, que além das instalações em Monção, tem um polo em Melgaço, para receber o fruto e transformá-lo em vinho.
Aos 31 trabalhadores fixos da adega, juntam-se neste período mais 25 temporários, distribuídos por Monção e Melgaço. Durante as vindimas, almoçam e jantam na adega “para não parar a laboração”.

Depois das vindimas, a adega “também vive períodos de muito trabalho, com o engarrafamento do vinho, feito em dois turnos, o que obriga, em certas alturas, ao recurso a trabalhadores temporários”.

Nos últimos dias, os funcionários estiveram centrados na receção das uvas.
“Mal a uva chega, tem uma análise o visual e uma análise técnica, que deteta o teor provável de álcool, ou seja, o açúcar que as uvas têm, neste momento. Com base nisso, é-lhe atribuído uma etiqueta com o código de barras para afetar o pegão de descarga em função do álcool teórico que têm as uvas. Assim se separaram as uvas melhor das de pior qualidade para termos os melhores vinhos no final da colheita”, explicou Armando Fontainhas.

Segundo o diretor da adega de Monção, a uva da casta Alvarinho “é mais cara do país [Portugal Continental], excetuando a uva dos biscoitos, na ilha do Pico, nos Açores”.
Em novembro, em assembleia-geral da adega será fixado o preço da uva da colheita 2022.

Primeiro vamos ver a quantidade de uva que entrou e os litros de vinho que produzimos. Com base nisso, vamos determinar o preço das uvas para os nossos cooperantes e, no final, a repartição de resultados por todos os sócios da adega”, especificou.

Segundo Armando Fontainhas, em 2021 “a uva da casta de Alvarinho foi paga a um euro” o quilo, sendo que posteriormente, a adega “distribuí 0,20 cêntimos de bónus, ou seja, na prática [a uva da casta Alvarinho] foi paga a 1,20 euros [o quilo], o que a torna a mais cara do país”.

Menos uvas e mais qualidade

O vinho tinto da colheita 2022, vai chegar ao mercado “antes do Natal”, o ‘brett’ de branco, como o Muralhas e outras marcas da adega, em janeiro e, em março, serão lançados todos os Alvarinhos, por ser um vinho que “precisa de mais estágio”, antes de ser consumido.

Em 2021, a adega de Monção faturou 16,2 milhões de euros, estimando com a colheita deste ano alcançar, ou mesmo ultrapassar, aquele valor, “face ao crescimento de vendas”.

A adega de Monção foi fundada a 11 de outubro de 1958, por iniciativa de 25 viticultores e produz, entre outros vinhos, as marcas “Alvarinho Deu La Deu”, “Muralhas” ou “Adega de Monção”.

Armando Fontainhas faz parte da direção da instituição desde 2001. Desempenhou as funções de vice-presidente durante 13 anos e, nos últimos nove anos, assumiu a presidência.

Segundo dados da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), a sub-região de Monção e Melgaço tem uma área total de 45 mil hectares, 1.730 dos quais cultivados com vinha, sendo que a casta Alvarinho ocupa cerca de 1.340 hectares.
A sub-região tem no mercado 253 marcas de verde, produzidas por 2.085 viticultores e 67 engarrafadores.

Desde 2015, a produção de Alvarinho foi alargada a outras zonas do país, fora dos dois concelhos do Alto Minho, em resultado de acordo alcançado pelo Grupo de Trabalho do Alvarinho (GTA), constituído pelo anterior Governo PSD/CDS e liderado pela CVRVV, defensora do alargamento da produção daquele vinho aos 47 municípios que a integram.

M.M.

Passeio Sénior à região do Douro

Dias 21, 22 e 23 de outubro. Inscrições, até 12 de outubro, no serviço de ação social e nas juntas de freguesia do concelho.

 O passeio sénior, com exceção dos dois últimos anos, é uma prática habitual do executivo monçanense como forma de contribuir para um envelhecimento ativo dos nossos idosos, proporcionando-lhes momentos de convívio e animação com deslocações a distintos locais do nosso pais e estrangeiro.

 Este ano, nos dias 21, 22 e 23 de outubro, o passeio sénior decorrerá na região do Douro com viagem de barco entre o Porto e a Régua e visitas a diferentes localidades daquela área geográfica. Destinando-se à população com idade igual ou superior a 60 anos, as inscrições, até 12 de outubro, podem ser efetuadas no serviço de ação social e nas juntas de freguesia do concelho.

Inscrições até 12 de outubro nas juntas de freguesia do concelho e no serviço de ação social, na antiga Casa do Dr. Pinho, Rua Sá de Bandeira, 132.


UNIVERSIDADE SÉNIOR DE MONÇÃO

Sessão de abertura realizada no dia 23 de setembro, sexta-feira. O início das aulas está marcado para o dia 3 de outubro. As inscrições continuam abertas no Arquivo Municipal de Monção.

Na passada sexta-feira, ao final da tarde, realizou-se a sessão de abertura da Universidade Sénior de Monção (USM) para o ano 2022/2023. Na apresentação, estiveram presentes a Vereadora da Educação, Daniela Fernandes, a Diretora do CENSO, Ana Palmeira, a Secretaria do Gabinete de Apoio à Vereação, Joana Esteves, e a técnica do município, Ana Cunha. 

 Daniela Fernandes deu as boas-vindas aos antigos alunos e aos alunos que iniciam pela primeira vez.  Deixou um agradecimento à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Monção (disponibilização do espaço) e a todos aqueles que contribuíram e contribuem para o bom funcionamento da USM. 

 Na sessão de abertura, foi apresentado o novo horário, a oferta educativa e partilharam-se alguns momentos do ano letivo anterior. O início das aulas está marcado para o dia 3 de outubro. As inscrições continuam abertas no Arquivo Municipal de Monção.


M.M.

Rotunda de S. Pedro consignada e hoje iniciada.Obras vão demorar cerca de cinco meses.

No passado dia 19 de setembro foi consignada a empreitada de Construção de uma Rotunda na EN202, ao km 0,700, situada no distrito de Viana do Castelo, concelho de Monção.

Esta intervenção tem como objetivo melhorar as condições de acessibilidade, circulação e segurança da atual interseção de nível, onde se verifica um índice de sinistralidade significativo. 

Os elevados níveis de sinistralidade verificados estão associados ao cruzamento existente (de S. Pedro - Monção), que possui fraca visibilidade decorrente do traçado em perfil longitudinal (curva convexa) e da não utilização por parte dos peões da passagem superior existente, uma vez que também existem registos de atropelamentos. Aliada a estes fatores, poderá também estar ligada a prática de velocidades acima do limite legal na via principal, embora esta se encontre limitada a 70 km/h.

A implementação da interseção giratória permitirá minimizar a gestão de tráfego e constituirá uma medida de acalmia.

Os trabalhos previstos na empreitada são: 

  • terraplenagem;
  • drenagem;
  • pavimentação;
  • obras acessórias;
  • equipamentos de sinalização e segurança.

A rotunda foi projetada de forma a implantar-se no espaço disponível, ocupado pelo atual cruzamento, sem recurso a expropriações de terrenos limítrofes. Com uma extensão de 125,663 m, será composta por uma faixa de rodagem com uma única via de circulação de 6,50 m.

A interseção é de nível e a EN202 será intervencionada em aproximadamente 400 m para permitir ligações à futura rotunda. As cotas e as inclinações transversais da atual EN202 serão retificadas. A largura das vias será de aproximadamente 3,50 m de largura, associadas a bermas direitas com 2,50 m de largura.

Está ainda prevista:

  • a implantação de passeios sobrelevados e passadeiras para peões, necessários à circulação e à realização de atravessamentos na rotunda;
  • a reparação e limpeza dos órgãos de drenagem existentes, incluindo o reforço do existente, de modo a contribuir para a melhoria e conservação da capacidade de carga da fundação do pavimento;
  • a implementação de todos os dispositivos de segurança rodoviária necessários;
  • a reformulação/adequação do sistema de sinalização horizontal e vertical, bem como os equipamentos de segurança existentes;
  • a remoção da passagem de peões devido à utilização muito reduzida.

​O Projeto foi elaborado pela empresa Tecnofisilz, e coordenado pela IP. A empreitada foi adjudicada à empresa Predilethes - Construções Lda., pelo valor de 749.854,86€, sendo a Gestão do Contrato da responsabilidade da IP.

Durante a empreitada poderá ser necessário recorrer à circulação alternada ou a desvios de trânsito, devidamente complementados por sinalizações temporárias.

Infraestruturas de Portugal

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

CHAMA DA SOLIDARIEDADE PASSOU POR MONÇÃO


O convívio das IPSS`s do nosso concelho teve lugar no Parque das Caldas. António Barbosa reafirmou a importância do trabalho efetuado pelos profissionais da área social, visando as melhores respostas para o bem-estar e qualidade de vida dos nossos idosos.

 A chama da solidariedade, que percorre os 10 concelhos do Alto Minho, entre 21 e 24 de setembro, passou ontem por Monção. Para a receber, as IPSS`s do nosso concelho juntaram-se, em confraternização, no Parque das Caldas, tendo a animação ficado a cargo da Tuna da Universidade Sénior de Monção.

 Na companhia do Vice-Presidente da CNIS, Eleutério Alves, e da Presidente da UDIVC, Filomena Araújo, o autarca monçanense, António Barbosa, reafirmou a importância do trabalho efetuado pelos profissionais da área social, visando as melhores respostas para o bem-estar e qualidade de vida dos nossos idosos.

 António Barbosa desejou que a chama da solidariedade acrescente ânimo e entusiasmo ao valioso e profícuo trabalho das instituições sociais do nosso concelho e agradeceu, de coração, toda a dedicação e disponibilidade colocada ao serviço da cidadania e envelhecimento ativo.

 Além do convívio e alegria, a festa da solidariedade contou com um momento enternecedor. Em dia de aniversário, o “Manelzinho”, cliente da APPACDM, ouviu os presentes cantarem-lhe “Parabéns a Você”, seguido de uma emocionante salva de palamas. E, assim, a entrada nos 42 anos tornou-se especial e inesquecível.

 A Festa da Solidariedade no distrito de Viana do Castelo pretende ser um momento de partilha e alegria entre as instituições sociais e as comunidades locais, dando a conhecer o trabalho que desenvolvem em benefício da população mais envelhecida. A grande festa, que assinala o encerramento desta iniciativa, decorrerá amanhã, 24 de setembro, no Jardim da Marginal, em Viana do Castelo.


M.M.