quarta-feira, 3 de julho de 2024

“ROLHAS QUE DEIXAM MARCA”

Concurso de recolha de rolhas destinou-se aos alunos do Agrupamento de Escolas de Monção, EPRAMI, Colégio do Minho e Santa Casa da Misericórdia de Monção. No total, foram recolhidas 175000 rolhas, resultando na plantação de 3500 árvores (carvalhos-alvarinho)

 

A Feira do Alvarinho de Monção no caminho da sustentabilidade. Inserido no projeto “Green Cork”, da Quercus, o Município de Monção lançou o concurso “Rolhas que deixam marca”, tendo como destinatários os alunos do Agrupamento de Escolas de Monção, EPRAMI, Colégio do Minho e Santa Casa da Misericórdia de Monção.

 

No âmbito da campanha, por cada 50 rolhas recolhidas, será plantado um carvalho-alvarinho, espécie autóctone da nossa floresta. Contas feitas, foram rececionadas 175000 rolhas, equivalente à plantação de 3500 carvalhos-alvarinho.

 

As turmas que recolheram e entregaram o maior número de rolhas serão premiadas no dia 6 de julho, sábado, pelas 16h00, na Feira do Alvarinho de Monção. A iniciativa “Alvarinho Kids” engloba, ainda, a realização de várias atividades, jogos e desafios.

 

Pela mão de António Barbosa, autarca monçanense, e Pedro Sousa, Coordenador dos Projetos Green Cork, Floresta Comum e Aldeias SuberProtegidas, da Quercus, os vencedores receberão, também, uma placa alusiva à campanha, com inscrição do nome da escola e turma, possibilitando-lhes, desta forma, a identificação da fração de terreno plantado com carvalhos-alvarinho.

 

No âmbito da campanha “Rolhas que deixam marca”, foram distribuídos pontos de recolha pelos estabelecimentos de ensino envolvidos na iniciativa. Posteriormente, as rolhas foram contabilizadas, turma a turma, e transportadas para depósito pela autarquia monçanense.


M.M.

sexta-feira, 28 de junho de 2024

MONÇÃO GANHA 145 HABITANTES

 Entre 31 de dezembro de 2022 e 31 de dezembro de 2023, Monção ganhou 145 habitantes, revelam as últimas estimativas divulgadas este mês pelo Instituto Nacional de Estatística, sendo o 129º concelho com mais população do país (num conjunto de 308). 

Todavia, perdeu 1 155 habitantes nos últimos 12 anos, ou seja, está no grupo de municípios que perdeu até 5% da população. No Alto Minho, é acompanhado, neste grupo, por Viana do Castelo, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca e Paredes de Coura.

No mesmo espaço de tempo, Caminha, V.N. Cerveira e Valença foram os municípios alto-minhotos que ganharam até mais 5% da população. Melgaço está no polo oposto, com desertificação acentuada, a perder mais de 10 por cento dos habitantes.

Assim, de acordo com os dados mais recentes (31 de dezembro de 2023), Viana do Castelo continua a ser o município mais populoso (86 780), seguido de Ponte de Lima (41 130), Arcos de Valdevez (20 859), Monção (18 032), Caminha (16 442), Valença (14 159), Ponte da Barca (11 178), V. N. Cerveira (9 327), Paredes de Coura (8 709) e Melgaço (7 599).

sábado, 22 de junho de 2024

Tribunal aceita providência contra linha de alta tensão

JN/ O Supremo Tribunal Administrativo (STA) aceitou uma providência cautelar, apresentada há dois anos por autarcas do Alto Minho, para analisar o projeto de linha de alta tensão que começa em Espanha e cruza o rio Minho e cinco municípios daquela região.

A informação foi divulgada anteontem à noite pelo presidente da Câmara de Monção, António Barbosa, numa sessão da assembleia municipal, onde explicou todo o processo relativo à “Linha Dupla de Ponte de Lima-Fonte Fria”, a 400 kV, cujo proponente é a REN-Rede Elétrica Nacional, que, segundo disse, poderá estar na eminência de avançar com obra no terreno, face a uma licença da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).

“Como há emissão de licença, avançamos com um pedido de ineficácia do ato”, explicou o autarca, informando os deputados municipais de que o caso será analisado numa reunião, prevista para 1 de julho, entre os presidentes das câmaras afetadas e a ministra do Ambiente. “O que lá vamos saber é se há vontade de olhar para isto e perceber que há um conjunto de situações que não cumprem a legislação e de que forma vamos ultrapassar este imbróglio”, afirmou António Barbosa, que pediu “um voto de confiança” à Assembleia de Monção para continuar com a luta judicial para travar o empreendimento elétrico. Perante o apoio, prometeu continuar a “lutar até às últimas consequências”.

“Se porventura, daqui a 15 dias ou um mês, alguém meter uma máquina no terreno, eu vou estar à frente dela. Podem prender-me, fazerem o que quiserem”, disse o edil, porta-voz dos cinco municípios (Ponte de Lima, Ponte da Barca, Arcos de Valdevez, Monção e Melgaço) que lutam contra a linha, criticando “o facto de entidades públicas – Direção-Geral de Energia e Agência Portuguesa do Ambiente – assumirem comportamentos para tentar à pressa começar a linha, porque sabem que as ações judiciais irão ter os seus resultados”.


QUALIDADE DE VIDA

“Continuamos hoje a receber comunicações na Câmara, dando nota que em julho ou agosto vão começar com a linha”, revelou, lembrando que o projeto já deu origem a duas providências cautelares, a primeira das quais foi apresentada em setembro de 2022 e acaba de ser aceite após vários recursos das câmaras. A decisão do STA, disse, “refere estarem em causa interesses comunitários de particular relevância e eventual violação de direitos fundamentais, como o direito à saúde, ao ambiente e à qualidade de vida, consagrados na Constituição”. O autarca defende que o processo “deve voltar à estaca zero”.


APF/JN

GÁS NATURAL CHEGA A MONÇÃO

 GÁS NATURAL GARANTE POUPANÇA, COMPETITIVIDADE E SUSTENTABILIDADE

Ao final da manhã de ontem, no Parque Empresarial da Lagoa, em Cortes, teve lugar a inauguração da Unidade Autónoma de Gás (UAG), com visita ao empreendimento e descerramento de placa. Antes, no Cine Teatro João Verde, decorreu a cerimónia oficial da chegada do gás natural a Monção.

 

Com a participação de vários elementos da empresa “Sonorgás”, ambas as cerimónias contaram com a presença de Jerónimo Cunha, Diretor Geral da Energia e Geologia, Nuno Afonso Moreira, CEO da Sonorgás, e João Perry, da administração da empresa.

 

Presente em 34 municípios do pais, a Sonorgás investiu 6.2 milhões de euros em Monção, criando 26,5 quilómetros de condutas de distribuição, correspondente a 1.340 ramais. A Unidade Autónoma de Gás (UAG), agora inaugurada, garante abastecimento à indústria, aos serviços e a cerca de 3 mil clientes domésticos.

 

Para António Barbosa, a distribuição de gás natural em Monção assegura maior liberdade financeira às famílias e maior competitividade às empresas, revelando-se como mais um investimento direcionado para a sustentabilidade ambiental, dinamização e capacitação empresarial, bem como para o aumento da qualidade de vida da população.

 

O autarca realçou a forma partilhada, próxima e dialogante como decorreu o processo de instalação, lembrando que todos os projetos, com forte impacto na população e na economia local, deveriam seguir as mesmas pisadas. “Quando se fala, é possível corrigir determinadas situações e, no final, o resultado é positivo” adiantou.

 

Neste dia de dupla satisfação, ambiental e económica, António Barbosa sublinhou a estratégia da empresa que, adiantou, está a contribuir para a transformação dos territórios do interior, promovendo a sustentabilidade energética, o crescimento económico e a coesão social.

 

Abordando a presença da empresa no contexto nacional, Nuno Afonso Moreira sublinhou a aposta da empresa em territórios do interior, focando o desenvolvimento económico e social que “esta energia limpa promotora da sustentabilidade” proporciona às regiões, através de maior poupança energética às famílias e capacidade empreendedora ao tecido empresarial.

 

Jerónimo Cunha relevou a importância do gás natural, como outros componentes renováveis (biometano e o hidrogénio verde), para a redução da dependência do carbono e transição para uma economia menos poluente. “Temos de responder aos desafios das mudanças climáticas com ações e medidas que garantam um futuro sustentável às próximas gerações” disse.


M.M.

sexta-feira, 21 de junho de 2024

PORTUGAL UNDERCUP MONÇÃO

A festa do futebol jovem decorre entre os dias 27 e 30 de junho com a participação de cerca de 2000 jovens de 55 clubes de Portugal, Espanha, França, Itália e Moldávia, entres estes, Juventus, Marselha, Sporting, Benfica e Porto.

 

Numa estratégia municipal de valorização e promoção da atividade desportiva, o “Portugal Undercup Monção”, torneio de futebol jovem, realiza-se, entre os dias 27 e 30 de junho, juntando, pelo segundo ano consecutivo, cerca de dois mil jovens, com idades entre 10 e 18 anos, de clubes com prestígio nacional e internacional.

 

Num total de 55 clubes, com 102 equipas de Portugal, Espanha, França, Itália e Moldávia, as competições decorrem entre os escalões de Sub-10 e Sub 17, contando com equipas como Juventus, Marselha, Sporting, Benfica e Porto. A Moldávia está representada pela Academia de Formação Radu Rebeja

 

Nesta festa do futebol, a bola vai rolar no Estádio Manuel Lima, no Campo Sintético do Areal, em Messegães, no Parque Desportivo do Vale do Gadanha, em Moreira, e no Parque Desportivo Municipal, no Parque das Caldas. Este ano, o torneio ganha dimensão internacional, alargando-se às localidades galegas de Salvaterra de Miño e As Neves.

 

Com muito talento à solta, envolto na magia do passe, drible e remate, perspetivam-se partidas de futebol emocionantes, onde não faltará competição, energia, paixão e fairplay. E golos, muitos golos, de vários ângulos, numa competição saudável com vantagens ao nível da formação desportiva e intercâmbio cultural.

 

Agradado com o “salto” da competição, que apresenta um número record de equipas na presente edição, o Presidente da Câmara Municipal de Monção, António Barbosa, sublinha a dimensão do evento e as implicações positivas em termos de capacitação e fortalecimento da atividade desportiva no concelho.


M.M.

quarta-feira, 19 de junho de 2024

Feira do Alvarinho passa para quatro dias

De três dias passou para quatro, decorrendo entre 4 e 7 de julho de 2024. Mais novidades, surpresas e animação a quadruplicar. A sessão de inauguração, será presidida pelo Primeiro Ministro de Portugal, Luis Montenegro.

 

Com o objetivo geral de defender e valorizar o vinho Alvarinho, reforçando a sua condição de instrumento estratégico na competitividade económica da região, a Feira do Alvarinho de Monção assume-se como um espaço de dinamização económica e animação popular, onde brindamos à amizade e à partilha de valores universais.

 

Em 2023, a “Maior Wine Party de Portugal” recebeu a visita de mais de 100 mil pessoas, vindas de diferentes latitudes geográficas, que rumaram à terra de Deu-la-Deu Martins, heroína local, com o desejo de sentirem o ambiente e o espírito deste evento singular e carismático, que deixou marca em todos e todas que nos visitaram.

 

Na edição deste ano, decidimos alargar os dias do evento, passando-o de três para quatro dias. Com entrada gratuita, entre 4 e 7 de julho, no anfiteatro natural do Parque das Caldas, junto ao rio Minho, num cenário deslumbrante e festivo, prometemos muitas novidades, surpresas e animação a quadruplicar. A sessão de inauguração, no dia 4, será presidida pelo Primeiro Ministro, Luis Montenegro.


 

“O tempo vai esperar” numa “Cabana junto à praia”.

 

O grande e famoso músico de pop rock português, José Cid, sobe ao palco no dia 4 de julho, quinta-feira, pelas 22h30, apresentando um repertório de temas originais e inconfundíveis que continuam a fazer furor, cá dentro e além-fronteiras. Na feira, não temos uma “cabana junto à praia”, mas prometemos “Alvarinho junto ao rio”

 

Recorde-se que José Cid foi distinguido com o Grammy Latino de Excelência Musical, em Las Vegas, em 2019, pela Academia Latina de Grava. Um Grammy atribuído “a artistas que fizeram contribuições de significado artístico excecional para a música latina”.

 

No dia 7 de julho, domingo, à mesma hora, é a vez de “Os Quatro e Meia” animarem o recinto da Maior Wine Party de Portugal. Desde o Palco Crédito Agrícola – Caixa do Noroeste, convidam o público a cantar e dançar os seus maiores êxitos, condensados em dois álbuns de originais: “Pontos nos Is” e “O tempo vai esperar”.

 

Maravilhoso e saboroso mundo gastronómico. 

 

Além de tasquinhas com belos exemplares de gastronomia tradicional, a Feira do Alvarinho de Monção engloba uma área de restauração. Naquele espaço reservado, com panorâmica magnifica sobre o rio Minho, pode explorar, à vontade, os deliciosos tesouros da gastronomia local.

 

Lado a lado com o Cordeiro à Moda de Monção, conhecido como “Foda à Monção”, com confeção e serviço a cargo da Confraria da Foda de Pias, teremos o “Bacalhau à Monção”, com assinatura do conceituado Chef Vítor Sobral, que estará presente na feira. De excelência gastronómica, este prato nacional é reinventado com produtos típicos da nossa região.

 

A esta dupla apetitosa, a ameaçar criar água na boca dos amantes da gastronomia tradicional e inovadora, junta-se o Restaurante “Solar de Presuntos”, referência gastronómica da capital portuguesa, que apresenta o “estonteante” Arroz de Lavagante. Que dizer mais? Todos os ingredientes estão lançados para um manjar delicioso.

 

Andamos “estupidamente” apaixonados.

 

Os Bailaricos de Verão são uma das grandes novidades da Feira do Alvarinho de Monção no presente ano. Estamos otimistas quanto a esta ideia. Traz-nos à memória a vivência de outros tempos, que revisitamos com saudade e orgulho, e homenageia a música popular portuguesa

 

A partir do segundo dia de festa, os artistas nacionais estarão presentes, em força, n’A Maior Wine Party de Portugal, com temas variados repletos de nostalgia que prometem um pezinho de dança a milhares de pessoas. Quando os discos começarem a rodar, a festa promete animar-se. Honestamente, andamos “estupidamente” apaixonados com estes bailaricos.

 

No caminho da sustentabilidade.

 

Inserido no projeto “Green Cork”, da Quercus, o Município de Monção lançou o Concurso “Rolhas que deixam marca”, destinando-se a todos os alunos dos estabelecimentos escolares do concelho. Por cada 50 rolhas recolhidas, será plantado um exemplar daquela espécie autóctone da nossa floresta.

 

As turmas que entregarem o maior número de rolhas serão premiadas no dia 6 de julho, sábado, na Feira do Alvarinho de Monção. Os vencedores receberão, ainda, uma placa alusiva à campanha, com inscrição do nome da escola e turma, possibilitando-lhes, desta forma, a identificação da fração de terreno plantado com carvalhos-alvarinho.

 

Neste caminhar pela sustentabilidade, feito com consciência verde, trazemos connosco o “Espaço Harmonias by Amorim Cork”. Este local, concebido e mobilado com aglomerado de cortiça, um material 100% natural, fornecido pela Amorim Cork Insulation servirá de ponto de encontro para a partilha de conhecimentos, degustações e provas vínicas, onde todas as experiências serão vividas num cenário harmonioso.

 

Dormir com as estrelas.

 

Nestes dias de festa, os hotéis, residências e turismo rural de Monção e concelhos vizinhos, esgota-se com muita facilidade. Para dar resposta às solicitações, avançamos com o “Alvarinho Gamping” by Domo Camp. Um Glamping Camp erguido com todas as funcionalidades e comodidades, bem perto do recinto do evento. As tendas, devidamente decoradas e equipadas, estão pensadas para receber números variáveis de pessoas.

 

Para quem se dirige a Monção em autocaravanismo, reservamos o Campo da Feira, um lugar perfeito, rodeado de árvores, com WC`s públicos, situado no Centro Histórico de Monção e muito perto do recinto da feira. O aparcamento é gratuito, sendo necessário fazer a respetiva inscrição, através do email gap@cm-moncao.pt.

 

Alvarinho Kids. Atenção!!!! Não é para beber.

 

A borbulhar de novidades, a Feira do Alvarinho de Monção 2024 apresenta mais uma! Desta vez, uma pequena grande novidade: Alvarinho Kids. No dia 6 de julho, sábado, entre as 16h00 e as 18h00, o momento dos mais pequenos n’A Maior Wine Party de Portugal, será preenchido com muita música, dança, entrega de prémios, oficinas, jogos temáticos, atividades e muitas brincadeiras. Serão duas horas de pura animação e convívio.


M.M.

NOITE DE EMOÇÕES NO CINE TEATRO JOÃO VERDE


Espetáculo multidisciplinar, com direção artística de Sandra Barros e participação comunitária, contou-nos a história de 75 anos daquele equipamento emblemático para os monçanenses.

 

O Cine Teatro João Verde (CTJV), recebeu, no passado sábado, 15 de junho, o espetáculo comemorativo dos seus 75 anos. Numa noite marcada por grandes emoções, contou-se a história deste equipamento cultural, através de um espetáculo surpreendente com a direção artística de Sandra Barros e a participação de mais de 80 pessoas da comunidade local.

 

Um grupo de 6 jovens monçanenses, entre os 16 e os 18 anos de idade, Afonso Campos, David Oliveira, David Sousa, Camila Campos, Clara Santos e Maria Paiva, foi o motor deste projeto de meta-teatro. À medida que avançava, entravam em cena outros intervenientes.

 

A partir da ficcionada Rádio MON, desenvolveu-se uma narrativa que, temporalmente, percorreu a vasta história do nosso “cinema”, tomando como espaço as próprias instalações do CTJV. Houve apelos à memória coletiva e sensações agradáveis, traduzidas em palmas, que revelaram, a cada passo, a empatia do público com os participantes.

 

Ao fundo do palco, em permanência durante todo o espetáculo, esteve um grupo de adultos da Oficina de Artes Visuais da PAC, a pintar ao vivo uma tela gigante que servia de cenografia da peça. Pelo ecrã, passou uma “curta metragem” gravada com as camadas infantojuvenis da PAC.

 

A poesia de João Verde marcou presença na voz de Fernanda Salgado, da Universidade Sénior de Monção, cabendo à Associação Lá-Mi-Ré, a interpretação de “You're The One That Want”, tema imortalizado pela dupla Olivia Newton John e John Travolta no filme “Grease”.

 

A performance de um grupo de utentes da APPACDM de Monção, trouxe ao palco do CTJV valores como a inclusão, a ternura, o afeto e a sensibilidade, mostrando que “somos iguais no direito à cultura… e nunca são demais as ações que sensibilizam para a diferença”.

 

Neste périplo pela vasta história do CTJV, parou-se em 1984, para celebrar os 10 anos da “Revolução de Abril”, momento assinalado com a interpretação do tema “Somos livres”, de Ermelinda Duarte, pelas vozes do Coro Infantil da Academia de Música da Banda Musical de Monção, que surpreendeu o público com uma atuação magnifica, a partir da própria plateia.

 

O momento do encerramento do CTJV, em 1986, assinalou-se com a performance da famosa atriz francesa Élise Poulin, interpretada por Chantal Hauffin, da Universidade Sénior de Monção.

 

Mas, ainda estavam reservadas mais surpresas nesta noite memorável, quando surgiram os elementos do antigo Rancho ROCONORTE, a entoar os conhecidos temas “Ó do Roconorte” e “O Castelo de Lapela”, seguindo-se a atuação do grupo Cova do Cão, constituído pelos seis atores de serviço.

 

O espetáculo terminou num ambiente intimista, à meia luz, com a colocação simbólica de 75 velas acesas no palco do CTJV, numa noite feita de sonhos, memórias e emoções fortes, onde o semblante de cada participante, de cada espetador, evidenciava o contentamento de todos/as.

 

De referir que as comemorações dos 75 anos do CTJV, contaram com o concerto da Orquestra Sinfonietta de Braga, no dia 11 de junho, com a exibição do Documentário dos 75 anos do CTJV, no dia 12, e com este espetáculo no dia 15, seguindo-se mais dois momentos: no dia 26, o concerto da Orquestra de Jazz ARTEAM, de Viana do Castelo, e no dia 27,  a exibição de curtas metragens do Festival de Cans.  


M.M.