Monção tem, como outras terras, coisas positivas e negativas. Felizmente, na opinião desta escriba, as positivas são em maior número, mas isso não implica que ignore as outras.
Uma delas tem a ver com a quantidade relativa de cafés e bares onde se fuma livremente, sem, sequer - conforme tinha sido referido quando se falou em libertar estes espaços de algo que prejudica a todos, incluindo crianças e não fumadores, bem como os que têm de trabalhar naquele espaço - um espaço próprio para os fumadores. É, convenhamos, um handicap e algo que não deve orgulhar ninguém, pois não representa progresso e evolução... bem antes pelo contrário.
Por isso, só podemos esperar que não se resuma a uma promessa em vésperas de eleições o facto de ter sido anunciado que o Governo iria proibir, efetivamente, o fumo em todos os locais públicos, bem como o de servir bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.
Que os lóbis daqueles para quem o dinheiro é mais importante que a saúde não acabe por vencer!
Já agora, também uma pergunta: O porquê (pelo menos, é essa a perceção que tenho) dos preços médios da cafetaria, em Monção, serem mais elevados que em meios, aparentemente, mais desenvolvidos, como Braga ou Viana do Castelo, e com maior poder de compra?
segunda-feira, 20 de abril de 2015
quinta-feira, 9 de abril de 2015
ESCALÕES DE FORMAÇÃO
Para começar bem nada melhor do que dizer que a equipa da U.D. de Moreira no escalão de Benjamins foi campeã da 1ª fase somando 53 pontos. Neste mesmo escalão a equipa do D. de Monção ficou em 5º lugar com 33 pontos e os Raianos em 8º lugar com 22. Sendo assim está de parabéns o concelho de Monção por ter tido uma equipa a sagrar-se campeã do escalão de benjamins da Ass. de Fut. de Viana do castelo, aguardamos agora pelos resultados que irão ser conseguidos na 2ª fase deste campeonato.
No campeonato de Infantis as equipas do concelho de Monção estão classificadas da seguinte forma : Moreira 6º lugar com 40 pontos, seguida do D.Monção com 39 e mais abaixo um pouco, em 11º lugar os Raianos com 30 pontos, tudo isto num universo de 16 equipas neste escalão, sendo a equipa do Ancorense quem ocupa o primeiro lugar somando 66 pontos, tantos como os jogos disputados por vitorias, ou seja, 22 jogos. Seguindo na formação deixamos agora u futebol de sete a passamos para o futebol de 11 no escalão de Iniciados o Monção que está na série B do torneio extraordinário deste escalão é primeiro com 6 pontos num universo de 5 equipas, o Moreira também no torneio extraordinário mas na série A, num universo de 6 equipas é 5º com 4 pontos, sendo primeiro classificado o Barroselas com 12 pontos.
Outro escalão é o de juvenis e aqui as equipas do Monção e Moreira estão a disputar a 2ª fase do campeonato da 1ª divisão (manutenção/descidas) , enquanto o Monção vai descer de certeza pois está em último com apenas 1 ponto o Moreira vai em primeiro com 21 pontos seguido do Guilhadeses com 18, esperamos que esta equipa da U.D. de Moreira se mantenha na primeira divisão.
Chegamos agora ao escalão maior entre os mais pequenos, falamos do campeonato distrital de Juniores A, aqui só está em competição a equipa da sede do concelho o Desportivo de Monção que num universo de 16 equipas, ocupa a 8ª posição com 40 pontos, sendo o primeiro classificado o Ancorense com 62 pontos em 24 jogos realizados, não é má a classificação dos monçanenses pois a meio da tabela estão bem tranquilos. Esta equipa de Juniores também foi disputar as meias finais da taça do respetivo escalão frente ao Barroselas mas acabou por não ter sorte e perdeu por 2-1, era bom que tivesse passado á final, pois essa prova vai ser disputada no campo de jogos Manuel Lima em Monção, bem mas a sorte não sorriu aos monçanenses pelo que esperamos para a próxima seja melhor. Ficamos por aqui no que a futebol na formação diz respeito e na próxima vez voltaremos a falar de futebol, mas desta feita de seniores.
FRANCISCO FERREIRA
terça-feira, 10 de março de 2015
MONÇÃO ASSINOU PACTO DO RIO MINHO TRANSFRONTEIRIÇO
Cerimónia, realizada hoje em Valença, juntou quinze autarcas do vale do minho português e do baixo minho galego. Tendo como objetivo a apresentação de um projeto comum ao Interreg Portugal/Espanha, documento reforça laços territoriais de proximidade e apela a uma melhor distribuição de financiamentos comunitários para o Norte de Portugal/Galiza.
Os seis municípios do Vale do Minho – Caminha, Melgaço, Monção, Valença, Vila Nova de Cerveira e Paredes de Coura – e nove concelhos do Baixo Miño, Galiza – A Caniza, A Guarda, Arbo, As Neves, Crecente, Rosal, Salvaterra do Miño, Tomiño e Tui -, assinaram , em Valença, o pacto do Rio Minho Transfronteiriço, consubstanciado na apresentação do projeto “Uniminho Ecotur 2.0”,
Trata-se de um projeto comum aos municípios de ambas as margens do rio Minho avaliado em 6 milhões de euros que será candidatado na primeira convocatória do Programa Interreg V A Portugal/Espanha, aprovado em fevereiro pela Comissão Europeia, cuja abertura está prevista para o primeiro semestre de 2015.
O projeto “Uniminho Ecotur 2.0” assenta no desenvolvimento de um conjunto de atividades, entre as quais, a implementação do plano de expansão da rede de corredores verdes transfronteiriços, a valorização do património natural, cultural e vernacular do rio Minho transfronteiriço, e ações piloto de conservação e proteção da biodiversidade rural e urbana.
Para o autarca monçanense, Augusto Domingues, presente na cerimónia, esta “união de esforços e sinergias” contribuirá para “uma posição sólida e consistente na defesa e valorização do rio Minho” com implicações positivas “na paisagem natural e na qualidade de vida das populações de ambos os territórios.”.
Esclarecendo que apenas 20% dos fundos atribuídos pelo POCTEP foram realmente gastos em concelhos fronteiriços do Norte de Portugal-Galiza, Augusto Domingues, sublinha o papel desta parceria como elemento regulador de uma justa distribuição de verbas. “Vamos estar atentos aos projetos e garantir que sejam cumpridos de acordo com a sua filosofia e essência” acentuou.
Um dos objetivos estratégicos deste pacto é também a criação de uma A.E.C.T. – Associação Europeia de Cooperação Territorial que reforce a cooperação entre as duas margens do rio Minho. Os 15 concelhos subscritores têm uma população de cerca de 160 mil habitantes e 1560 km2 de área territorial, com uma densidade populacional de 103 habitantes por Km2.
Soubemos, entretanto, junto do edil Augusto Domingues, que o projeto, relativamente a Monção, poderá compreender uma zona de lazer nas Caldas, prolongamento da ecopista até Melgaço e uma ponto pedonal (internacional) de ligação a As Neves
M.
Soubemos, entretanto, junto do edil Augusto Domingues, que o projeto, relativamente a Monção, poderá compreender uma zona de lazer nas Caldas, prolongamento da ecopista até Melgaço e uma ponto pedonal (internacional) de ligação a As Neves
M.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
FUTEBOL NO INÍCIO DE 2015
Cá estamos nós para vos contar como vão as equipas do concelho de Monção no que a seniores diz respeito.
O ano de 2015 para o Desportivo de Monção não entrou da melhor maneira, mas, com o decorrer do tempo, lá se vai aguentando nos lugares acima do meio da tabela, ou seja, ocupa neste momento o 7º lugar com 30 pontos, isolado, sendo o primeiro classificado a equipa do Neves que tem 49 pontos e está num bom ritmo para subir de divisão, pois os rivais mais aproximados, o P. da Barca e o Atletico dos Arcos, já estão a uma distância de 6 pontos; mas isto em futebol há sempre que esperar pelos últimos desafios e depois, sim, fazerem-se as contas.
O Raianos e o Moreira, que militam na 2ª divisão Distrital de Viana do Castelo, andam neste campeonato numa de sobe e desce, chegando a equipa sedeada em Messegães, ou seja, os Raianos, no principio do campeonato, a andar em 1º lugar durante algum tempo, enquanto o Moreira vinha nos lugares mais abaixo. Depois foi a vez do Moreira ocupar a primeira posição na respectiva tabela classificativa, o que durou pouco tempo, e agora o Raianos ultrapassa o Moreira e ocupa o 4º lugar, com 40 pontos, enquanto que a União Desportiva de Moreira desceu ao 5º lugar e tem 35 pontos. O futebol é mesmo assim... E ainda bem porque senão ganhavam sempre os mesmos e perdiam os restantes...
Esperemos que estas equipas se mantenham em competição e que os melhores resultados lhes surjam para bem do nosso concelho.
Termino a falar sobre o Longos Vales que milita na Taça Fundação do Inatel e que, apesar de ter entrado, "com o pé esquerdo", já deu a volta ao assunto e, após, ter andado no último lugar com zero pontos, está agora com nove pontos e atrás dele estão duas equipas. O primeiro classificado nesta altura o Anais com 16 pontos. Isto num universo de 6 equipas. Estamos confiantes que o Longos Vales irá subir ainda mais na tabela classificativa, pois tem equipa para isso e quando digo "equipa" refiro-me a diretores, equipa técnica e jogadores.
É tudo por agora, voltarei em breve para vos falar das equipas em formação.
FRANCISCO FERREIRA
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
LAMPREIA DO RIO MINHO SERVIDA EM CERCA DE UMA CENTENA DE RESTAURANTES DO VALE DO MINHO
Iniciativa,
denominada “Lampreia do Rio Minho – Um Prato de Excelência”, decorre nos fins
de semana de fevereiro e março. Quem visitar a região, poderá deliciar-se com
arroz de lampreia ou à bordalesa mas também com opções mais contemporâneas:
sushi, escabeche ou empanada. Autarquias disponibilizam programa complementar que
engloba visitas guiadas ao património natural e construído e atividades
diversas na montanha e no rio.
Nos fins de semana de
fevereiro e março, cerca de uma centena de restaurantes do Vale do Minho (Melgaço,
Monção, Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira e Caminha) vão
apresentar, com tradição, requinte e inovação, a Lampreia do Rio Minho aos
visitantes e apaixonados pela boa gastronomia que, nesta época, se deslocam à
região.
A apresentação desta
iniciativa, já na VI edição, teve lugar este sábado na sala de exposições do
Cine Teatro João Verde. Além do presidente da autarquia local, Augusto
Domingues, marcaram presença, entre outros, o presidente da Adriminho e da
Câmara Municipal de Melgaço, Manoel Baptista, e o presidente da Confraria da
Lampreia do Rio Minho, João Guterres.
Destacando a importância
económica deste afamado ciclóstomo junto da restauração e dos pescadores, os
três coincidiram na defesa da certificação deste prato sazonal e na abertura de
outras “roupagens” gastronómicas para diversificar a oferta e cativar novos
públicos.
Augusto Domingues sublinhou
que a iniciativa constitui “um valioso cartão-de-visita da região num período
de época baixa” que contribui para “a vinda de muita gente de Portugal e da Espanha”
garantindo-se “dinamização hoteleira e valorização das nossas paisagens e
monumentos”.
Deixou um convite ao público:
“A nossa lampreia tem sabor único e o saber de grandes cozinheiras. Venha
provar este manjar e apreciar o muito que o território tem para oferecer”. E
uma sugestão aos empresários de hotelaria: “Façam desta iniciativa um trampolim
económico para o ano todo e não de apenas uns fins de semana. À qualidade na
confeção e no atendimento, juntem moderação no preço para as pessoas
regressarem”.
Nestes fins de semana, quem
visitar a região do Vale do Minho, poderá deliciar-se com arroz de lampreia ou
à bordalesa mas também com opções mais contemporâneas: sushi, escabeche ou
empanada. Para acompanhar, uma garrafa de Alvarinho, um dos melhores vinhos
brancos do mundo com selo de garantia da Sub-Região de Monção e Melgaço.
Neste período, as seis autarquias
disponibilizam programas complementares que englobam visitas guiadas ao
património natural e construído das respetivas localidades e atividades
diversas na montanha e no rio. No caso de Monção, o ponto alto acontece no dia
1 de março, domingo, com a realização do XXXVIII Rali à Lampreia.C.M.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
CARNAVAL EM MONÇÃO
Desfiles das escolas, representações nas freguesias, concentração/desfile no centro histórico, animação musical e concurso de karaoke são pontos fortes de uma quadra festiva, cujo programa reserva ainda insufláveis e pista de carrinhos para crianças.
Por tradição, a noite de segunda-feira de carnaval, 16 de fevereiro, é muito animada e divertida no centro histórico de Monção com a presença de grupos de mascarados vindos de diferentes freguesias e concelhos vizinhos de Portugal e Espanha.
Este ano, numa organização conjunta da Câmara Municipal de Monção e da Associação Comercial e Industrial dos Concelhos de Monção e Melgaço, está prevista animação musical com o grupo “Doces Minhotas”, desfiles de mascarados e concurso de karaoke.
O programa conjunto prevê ainda a colocação de insufláveis e uma pista de carrinhos para crianças na zona histórica da localidade. O objetivo é animar a zona histórica da localidade raiana, dinamizando o setor da hotelaria em período de época baixa.
A noite de carnaval de segunda-feira, pautada pela criatividade e improvisação dos grupos participantes, é antecipada, na tarde de domingo, por desfiles e manifestações carnavalescas nas freguesias de Tangil, Cortes e Moreira. Pelos principais lugares das freguesias, serão retratados aspetos da vida local e nacional.
Como habitualmente, esta quadra arranca com os desfiles de carnaval das crianças do jardim-de-infância da Santa Casa da Misericórdia de Monção e dos estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas de Monção. Realizam-se nos dias 12 e 13, quinta e sexta-feira.
Nos dias 16 e 18, a Biblioteca Municipal de Monção abre portas ao espirito desta época festiva através da iniciativa “Vem brincar ao carnaval”, proporcionando aos “pequenos foliões” um conjunto variado de atividades marcadas com o carimbo da imaginação e criatividade.
C.M.
C.M.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Presidente da Câmara ao VALE MAIS
Augusto Domingues cumpre o seu primeiro ano de mandato como presidente da Câmara de Monção, depois de 15 anos na vice-presidência da autarquia. Simultaneamente, exerce, também, funções num executivo em que a força política pelo qual foi eleito (PS) não tem a maioria absoluta.
Qual o balanço deste primeiro ano na liderança da autarquia?
Foi de rigor e consolidação de contas. Por outro lado, funcionar em minoria obriga a procurar consensos. Foi mais fácil com o PP, na feitura deste orçamento tivemos quatro reuniões, o PSD apenas mandou um plano de intenções. Estou à espera da lei que permite que, quem ganhe, governe (vereação só com elementos da lista vencedora).
No orçamento para o novo ano, agradou-me, sobremaneira, os votos dos presidentes de Junta (em 24, só dois é que se abstiveram, o resto a favor). Considero-os parceiros na governação. Repartimos, com as juntas, 1.175 milhões de euros, cerca de 10% da base orçamental. Permite-lhes fazer as pequenas obras. Também ter um orçamento participativo, muito mais fácil que a nível de uma Câmara. Aquelas que o fazem, no fundo, cingem-se a duas ou três!
Alargar a denominação de origem Alvarinho ao resto da Região dos Vinhos Verdes, deixando de ser exclusiva de Monção e Melgaço, é algo que preocupa os monçanenses. Qual a situação?
A economia local anda à volta do vinho pelo que estamos a ajudar naquilo que achamos melhor. Mas quem deve dialogar são aqueles que o fazem. No passado, já tinham sucedido, pelo menos duas vezes, tentativas idênticas que abortaram no diálogo entre as autarquias e o Ministério da Agricultura. Voltaram agora os grandes produtores da Região. Pusemo-nos em campo e tivemos ações junto dos deputados, com a ministra e Secretaria de estado e outras entidades. Entendeu-se que qualquer resolução seria numa base alargada. Deram-nos uma razão de 10 anos.
Ao tentarem meter a Europa nisto, tentaram trunfos para o seu objetivo. Há a informação, espero que, só boato, de que a Resolução seria tomada já, no início deste ano. Se assim for, vamos entabular formas de luta mas, se os produtores/engarrafadores da sub-região Monção/Melgaço, que, agora, criaram uma comissão, entenderam menor que 10 anos, não seremos nós a contrariar. Foi um erro andarmos entretidos com a casta e esquecermos o território. Agora é hora de o constituir. Para isso, é preciso que a tutela nos dê elementos balizadores que permitam colocar nas garrafas, ou em qualquer outra circunstância, que o Alvarinho, em Monção e Melgaço, é especial. A Sr.ª ministra da Agricultura disse que nos ia apoiar. Temos (Câmaras de Monção e Melgaço) uma parceria com o Politécnico de Viana, a Associação de Produtores e a Confraria do Alvarinho para trabalharmos a base de constituição do território.
Minho Park, sonho ou realidade?
Uma realidade. Basta passar lá. Temos um grande parceiro, a AIMinho, que vai colocar lá o seu know how. Será mais fácil se Salvaterra acabar o seu “porto seco”. Tenho falado com o meu homólogo de lá e vamos tentar atrair os grandes transportadores da zona, com quem tenho boas relações, para a realidade logística do Minho Park.
Ferrovia? Do lado de lá sim, com uma ligação possível à Alta Velocidade. Agora é preciso, talvez, fazer outra ponte internacional. A que existe foi afunilada na passagem por Salvaterra e não dá para dois camiões cruzarem. Está pensada entre Cortes e Lapela. Se o “porto seco” for realidade, apostava 100 por cento em como o Minho Park vai ser um investimento, estruturante, para dar emprego e assim não haverá tantos problemas sociais.
Mas não vou descurar outras soluções para o desenvolvimento económico, como é o caso do Parque da Lagoa (vão instalar-se lá mais duas empresas, portuguesa e espanhola, uma delas que fabrica um produto para conservação de cadáveres), fazer um miniparque na fronteira entre Longos Vales e Merufe, bem como, já com terrenos adquiridos, em Messegães.
O que se pretende com a Eurocidade Monção-Salvaterra?
Pretendemos o casamento de um namoro antigo. Têm existido já iniciativas conjuntas agora há que formaliza-las. Foi assinado, em dezembro, um protocolo de intenção para depois, se possível, já a 29 de março (no 20.º aniversário da ponte internacional) assinarmos o protocolo de geminação. Depois, quando estiver no Direito Comunitário, algo mais palpável, avançamos para a assinatura da Eurocidade. Assim, será mais fácil concorrer a fundos comunitários. Mas temos algo mais profundo. A relação sociocultural (cultura interpares), ao nível da criança e da Educação (temos escolas do nosso lado com cerca de 2 mil alunos, eles têm as suas…), temos de aproveitar sinergias, por exemplo, nos bombeiros, na Saúde, entre outros..
Objetivos para 2015?
Acabar com os grupos das “suecas” que campeiam por aí. Por isso, neste orçamento, foram criadas regras onde, qualquer associação que pretenda financiamento tem de ter um projeto. O rigor do orçamento assim o obriga. Este não nos permite, muitas vezes, avançarmos para obras pelo seu valor elevado, mas não estamos parados. Quero referir o campo sintético do Raianos, que já está a decorrer, a loja interativa de turismo, o Castelo de Lapela, para que o turista que chega, no último andar da torre, possa ver aquela paisagem maravilhosa. Mas também há outras, como a ligação Badim/Cousso e a envolvente da Estação, porque não quero terminar a carreira politica sem a resolver.
Para 2015, a joia da coroa é o acesso ao Minho Park. À autarquia cabem pouco mais 700 mil euros (depois há 300 mil, mas são estruturas de água assumidas pelas Águas do Noroeste). Houve compras dos terrenos, mas isso não foi elevado.
Uma mensagem aos monçanenses
A crise mundial já bateu no fundo. E, como diz um pensador brasileiro, o fundo é o melhor lugar para dar o salto. Estamos a trabalhar para que isso seja complementado. Se se verificar – com a Câmara, administração central e sociedade civil – acho que 2015 será o início da retoma.
(Entrevista concedida na edição de janeiro de VALE MAIS, a publicação periódica mais lida do Alto Minho)
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