terça-feira, 10 de março de 2015

MONÇÃO ASSINOU PACTO DO RIO MINHO TRANSFRONTEIRIÇO


Cerimónia, realizada hoje em Valença, juntou quinze autarcas do vale do minho português e do baixo minho galego. Tendo como objetivo a apresentação de um projeto comum ao Interreg Portugal/Espanha, documento reforça laços territoriais de proximidade e apela a uma melhor distribuição de financiamentos comunitários para o Norte de Portugal/Galiza.

Os seis municípios do Vale do Minho – Caminha, Melgaço, Monção, Valença, Vila Nova de Cerveira e Paredes de Coura – e nove concelhos do Baixo Miño, Galiza – A Caniza, A Guarda, Arbo, As Neves, Crecente, Rosal, Salvaterra do Miño, Tomiño e Tui -, assinaram , em Valença, o pacto do Rio Minho Transfronteiriço, consubstanciado na apresentação do projeto “Uniminho Ecotur 2.0”, 
Trata-se de um projeto comum aos municípios de ambas as margens do rio Minho avaliado em 6 milhões de euros que será candidatado na primeira convocatória do Programa Interreg V A Portugal/Espanha, aprovado em fevereiro pela Comissão Europeia, cuja abertura está prevista para o primeiro semestre de 2015.
O projeto “Uniminho Ecotur 2.0” assenta no desenvolvimento de um conjunto de atividades, entre as quais, a implementação do plano de expansão da rede de corredores verdes transfronteiriços, a valorização do património natural, cultural e vernacular do rio Minho transfronteiriço, e ações piloto de conservação e proteção da biodiversidade rural e urbana. 
Para o autarca monçanense, Augusto Domingues, presente na cerimónia, esta “união de esforços e sinergias” contribuirá para “uma posição sólida e consistente na defesa e valorização do rio Minho” com implicações positivas “na paisagem natural e na qualidade de vida das populações de ambos os territórios.”. 
Esclarecendo que apenas 20% dos fundos atribuídos pelo POCTEP foram realmente gastos em concelhos fronteiriços do Norte de Portugal-Galiza, Augusto Domingues, sublinha o papel desta parceria como elemento regulador de uma justa distribuição de verbas. “Vamos estar atentos aos projetos e garantir que sejam cumpridos de acordo com a sua filosofia e essência” acentuou.
Um dos objetivos estratégicos deste pacto é também a criação de uma A.E.C.T. – Associação Europeia de Cooperação Territorial que reforce a cooperação entre as duas margens do rio Minho. Os 15 concelhos subscritores têm uma população de cerca de 160 mil habitantes e 1560 km2 de área territorial, com uma densidade populacional de 103 habitantes por Km2.
Soubemos, entretanto, junto do edil Augusto Domingues, que o projeto, relativamente a Monção, poderá compreender uma zona de lazer nas Caldas, prolongamento da ecopista até Melgaço e uma ponto pedonal (internacional) de ligação a As Neves
M.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

FUTEBOL NO INÍCIO DE 2015


Cá estamos nós para vos contar como vão as equipas do concelho de Monção no que a seniores diz respeito.
O ano de 2015 para o Desportivo de Monção não entrou da melhor maneira, mas, com o decorrer do tempo, lá se vai aguentando nos lugares acima do meio da tabela, ou seja, ocupa neste momento o 7º lugar com 30 pontos, isolado, sendo o primeiro classificado a equipa do Neves que tem 49 pontos e está num bom ritmo para subir de divisão, pois os rivais mais aproximados, o P. da Barca e o Atletico dos Arcos, já estão a uma distância de 6 pontos; mas isto em futebol há sempre que esperar pelos últimos desafios e depois, sim, fazerem-se as contas.
O Raianos e o Moreira, que militam na 2ª divisão Distrital de Viana do Castelo, andam neste campeonato numa de sobe e desce, chegando a equipa sedeada em Messegães, ou seja, os Raianos, no principio do campeonato, a andar em 1º lugar durante algum tempo, enquanto o Moreira vinha nos lugares mais abaixo. Depois foi a vez do Moreira ocupar a primeira posição na respectiva tabela classificativa, o que durou pouco tempo,  e agora o Raianos ultrapassa o Moreira e ocupa o 4º lugar, com 40 pontos, enquanto que a União Desportiva de Moreira desceu ao 5º lugar e tem 35 pontos. O futebol é mesmo assim... E ainda bem porque senão ganhavam sempre os mesmos e perdiam os restantes...
Esperemos que estas equipas se mantenham em competição e que os melhores resultados lhes surjam para bem do nosso concelho.
Termino a falar sobre o Longos Vales que milita na Taça Fundação do Inatel e que, apesar de ter entrado, "com o pé esquerdo", já deu a volta ao assunto e, após,  ter andado no último lugar com zero pontos, está agora com nove pontos e atrás dele estão duas equipas. O primeiro classificado nesta altura o Anais com 16 pontos. Isto num universo de 6 equipas. Estamos confiantes que o Longos Vales irá subir ainda mais na tabela classificativa, pois tem equipa para isso e quando digo "equipa" refiro-me a diretores, equipa técnica e jogadores.
É tudo por agora, voltarei em breve para vos falar das equipas em formação.

FRANCISCO FERREIRA

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

LAMPREIA DO RIO MINHO SERVIDA EM CERCA DE UMA CENTENA DE RESTAURANTES DO VALE DO MINHO

Iniciativa, denominada “Lampreia do Rio Minho – Um Prato de Excelência”, decorre nos fins de semana de fevereiro e março. Quem visitar a região, poderá deliciar-se com arroz de lampreia ou à bordalesa mas também com opções mais contemporâneas: sushi, escabeche ou empanada. Autarquias disponibilizam programa complementar que engloba visitas guiadas ao património natural e construído e atividades diversas na montanha e no rio.

Nos fins de semana de fevereiro e março, cerca de uma centena de restaurantes do Vale do Minho (Melgaço, Monção, Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira e Caminha) vão apresentar, com tradição, requinte e inovação, a Lampreia do Rio Minho aos visitantes e apaixonados pela boa gastronomia que, nesta época, se deslocam à região.
A apresentação desta iniciativa, já na VI edição, teve lugar este sábado na sala de exposições do Cine Teatro João Verde. Além do presidente da autarquia local, Augusto Domingues, marcaram presença, entre outros, o presidente da Adriminho e da Câmara Municipal de Melgaço, Manoel Baptista, e o presidente da Confraria da Lampreia do Rio Minho, João Guterres.
Destacando a importância económica deste afamado ciclóstomo junto da restauração e dos pescadores, os três coincidiram na defesa da certificação deste prato sazonal e na abertura de outras “roupagens” gastronómicas para diversificar a oferta e cativar novos públicos.
Augusto Domingues sublinhou que a iniciativa constitui “um valioso cartão-de-visita da região num período de época baixa” que contribui para “a vinda de muita gente de Portugal e da Espanha” garantindo-se “dinamização hoteleira e valorização das nossas paisagens e monumentos”.
Deixou um convite ao público: “A nossa lampreia tem sabor único e o saber de grandes cozinheiras. Venha provar este manjar e apreciar o muito que o território tem para oferecer”. E uma sugestão aos empresários de hotelaria: “Façam desta iniciativa um trampolim económico para o ano todo e não de apenas uns fins de semana. À qualidade na confeção e no atendimento, juntem moderação no preço para as pessoas regressarem”.
Nestes fins de semana, quem visitar a região do Vale do Minho, poderá deliciar-se com arroz de lampreia ou à bordalesa mas também com opções mais contemporâneas: sushi, escabeche ou empanada. Para acompanhar, uma garrafa de Alvarinho, um dos melhores vinhos brancos do mundo com selo de garantia da Sub-Região de Monção e Melgaço.
Neste período, as seis autarquias disponibilizam programas complementares que englobam visitas guiadas ao património natural e construído das respetivas localidades e atividades diversas na montanha e no rio. No caso de Monção, o ponto alto acontece no dia 1 de março, domingo, com a realização do XXXVIII Rali à Lampreia.

C.M.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

CARNAVAL EM MONÇÃO


Desfiles das escolas, representações nas freguesias, concentração/desfile no centro histórico, animação musical e concurso de karaoke são pontos fortes de uma quadra festiva, cujo programa reserva ainda insufláveis e pista de carrinhos para crianças.

Por tradição, a noite de segunda-feira de carnaval, 16 de fevereiro, é muito animada e divertida no centro histórico de Monção com a presença de grupos de mascarados vindos de diferentes freguesias e concelhos vizinhos de Portugal e Espanha.

Este ano, numa organização conjunta da Câmara Municipal de Monção e da Associação Comercial e Industrial dos Concelhos de Monção e Melgaço, está prevista animação musical com o grupo “Doces Minhotas”, desfiles de mascarados e concurso de karaoke.  

O programa conjunto prevê ainda a colocação de insufláveis e uma pista de carrinhos para crianças na zona histórica da localidade. O objetivo é animar a zona histórica da localidade raiana, dinamizando o setor da hotelaria em período de época baixa.

A noite de carnaval de segunda-feira, pautada pela criatividade e improvisação dos grupos participantes, é antecipada, na tarde de domingo, por desfiles e manifestações carnavalescas nas freguesias de Tangil, Cortes e Moreira. Pelos principais lugares das freguesias, serão retratados aspetos da vida local e nacional.

Como habitualmente, esta quadra arranca com os desfiles de carnaval das crianças do jardim-de-infância da Santa Casa da Misericórdia de Monção e dos estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas de Monção. Realizam-se nos dias 12 e 13, quinta e sexta-feira.

Nos dias 16 e 18, a Biblioteca Municipal de Monção abre portas ao espirito desta época festiva através da iniciativa “Vem brincar ao carnaval”, proporcionando aos “pequenos foliões” um conjunto variado de atividades marcadas com o carimbo da imaginação e criatividade.

C.M.


quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Presidente da Câmara ao VALE MAIS

Augusto Domingues cumpre o seu primeiro ano de mandato como presidente da Câmara de Monção, depois de 15 anos na vice-presidência da autarquia. Simultaneamente, exerce, também, funções num executivo em que a força política pelo qual foi eleito (PS) não tem a maioria absoluta.

Qual o balanço deste primeiro ano na liderança da autarquia?
Foi de rigor e consolidação de contas. Por outro lado, funcionar em minoria obriga a procurar consensos. Foi mais fácil com o PP, na feitura deste orçamento tivemos quatro reuniões, o PSD apenas mandou um plano de intenções. Estou à espera da lei que permite que, quem ganhe, governe (vereação só com elementos da lista vencedora).
No orçamento para o novo ano, agradou-me, sobremaneira, os votos dos presidentes de Junta (em 24, só dois é que se abstiveram, o resto a favor). Considero-os parceiros na governação. Repartimos, com as juntas, 1.175 milhões de euros, cerca de 10% da base orçamental. Permite-lhes fazer as pequenas obras. Também ter um orçamento participativo, muito mais fácil que a nível de uma Câmara. Aquelas que o fazem, no fundo, cingem-se a duas ou três!
Alargar a denominação de origem Alvarinho ao resto da Região dos Vinhos Verdes, deixando de ser exclusiva de Monção e Melgaço, é algo que preocupa os monçanenses. Qual a situação?
A economia local anda à volta do vinho pelo que estamos a ajudar naquilo que achamos melhor. Mas quem deve dialogar são aqueles que o fazem. No passado, já tinham sucedido, pelo menos duas vezes, tentativas idênticas que abortaram no diálogo entre as autarquias e o Ministério da Agricultura. Voltaram agora os grandes produtores da Região. Pusemo-nos em campo e tivemos ações junto dos deputados, com a ministra e Secretaria de estado e outras entidades. Entendeu-se que qualquer resolução seria numa base alargada. Deram-nos uma razão de 10 anos.
Ao tentarem meter a Europa nisto, tentaram trunfos para o seu objetivo. Há a informação, espero que, só boato, de que a Resolução seria tomada já, no início deste ano. Se assim for, vamos entabular formas de luta mas, se os produtores/engarrafadores da sub-região Monção/Melgaço, que, agora, criaram uma comissão, entenderam menor que 10 anos, não seremos nós a contrariar. Foi um erro andarmos entretidos com a casta e esquecermos o território. Agora é hora de o constituir. Para isso, é preciso que a tutela nos dê elementos balizadores que permitam colocar nas garrafas, ou em qualquer outra circunstância, que o Alvarinho, em Monção e Melgaço, é especial. A Sr.ª ministra da Agricultura disse que nos ia apoiar. Temos (Câmaras de Monção e Melgaço) uma parceria com o Politécnico de Viana, a Associação de Produtores e a Confraria do Alvarinho para trabalharmos a base de constituição do território.
Minho Park, sonho ou realidade?
Uma realidade. Basta passar lá. Temos um grande parceiro, a AIMinho, que vai colocar lá o seu know how. Será mais fácil se Salvaterra acabar o seu “porto seco”. Tenho falado com o meu homólogo de lá e vamos tentar atrair os grandes transportadores da zona, com quem tenho boas relações, para a realidade logística do Minho Park.
Ferrovia? Do lado de lá sim, com uma ligação possível à Alta Velocidade. Agora é preciso, talvez, fazer outra ponte internacional. A que existe foi afunilada na passagem por Salvaterra e não dá para dois camiões cruzarem. Está pensada entre Cortes e Lapela. Se o “porto seco” for realidade, apostava 100 por cento em como o Minho Park vai ser um investimento, estruturante, para dar emprego e assim não haverá tantos problemas sociais.
Mas não vou descurar outras soluções para o desenvolvimento económico, como é o caso do Parque da Lagoa (vão instalar-se lá mais duas empresas, portuguesa e espanhola, uma delas  que fabrica um produto para conservação de cadáveres), fazer um miniparque na fronteira entre Longos Vales e Merufe, bem como, já com terrenos adquiridos, em Messegães.
O que se pretende com a Eurocidade Monção-Salvaterra? 
Pretendemos o casamento de um namoro antigo. Têm existido já iniciativas conjuntas agora há que formaliza-las. Foi assinado, em dezembro, um protocolo de intenção para depois, se possível, já a 29 de março (no 20.º aniversário da ponte internacional) assinarmos o protocolo de geminação. Depois, quando estiver no Direito Comunitário, algo mais palpável, avançamos para a assinatura da Eurocidade. Assim, será mais fácil concorrer a fundos comunitários. Mas temos algo mais profundo. A relação sociocultural (cultura interpares), ao nível da criança e da Educação (temos escolas do nosso lado com cerca de 2 mil alunos, eles têm as suas…), temos de aproveitar sinergias, por exemplo, nos bombeiros, na Saúde, entre outros..
Objetivos para 2015?
Acabar com os grupos das “suecas” que campeiam por aí. Por isso, neste orçamento, foram criadas regras onde, qualquer associação que pretenda financiamento tem de ter um projeto. O rigor do orçamento assim o obriga. Este não nos permite, muitas vezes, avançarmos para obras pelo seu valor elevado, mas não estamos parados. Quero referir o campo sintético do Raianos, que já está a decorrer, a loja interativa de turismo, o Castelo de Lapela, para que o turista que chega, no último andar da torre, possa ver aquela paisagem maravilhosa. Mas também há outras, como a ligação Badim/Cousso e a envolvente da Estação, porque não quero terminar a carreira politica sem a resolver.
Para 2015, a joia da coroa é o acesso ao Minho Park. À autarquia cabem pouco mais 700 mil euros (depois há 300 mil, mas são estruturas de água assumidas pelas Águas do Noroeste). Houve compras dos terrenos, mas isso não foi elevado.
Uma mensagem aos monçanenses
A crise mundial já bateu no fundo. E, como diz um pensador brasileiro, o fundo é o melhor lugar para dar o salto. Estamos a trabalhar para que isso seja complementado. Se se verificar – com a Câmara, administração central e sociedade civil – acho que 2015 será o início da retoma.
(Entrevista concedida na edição de janeiro de VALE MAIS, a publicação periódica mais lida do Alto Minho)

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

EUROCIDADE DE MONSAL OU SALMON?


Acordo de princípios assinado sábado no âmbito do V Seminário Luso-Galaico de Direito Local. Para Augusto Domingues e Arturo Grandal, este compromisso, ansiado há anos pelas populações de ambas as localidades, assegura a criação de condições concretas para uma cooperação mais acentuada na vertente cultural, desportiva e empresarial. 

Os municípios de Monção e Salvaterra do Miño assinaram, no último sábado, no Cine Teatro João Verde, um acordo de princípios, contendo as principais áreas de interesse comum e as linhas estratégicas para a concretização de um futuro partilhado entre as duas localidades transfronteiriças.

A oficialização deste compromisso, que contou com o apoio da Agrupacion Europea de Cooperacion Territorial Galicia – Norte de Portugal, realizou-se no âmbito do V Seminário Luso-Galaico de Direito local, encontro organizado pelo Núcleo de Estudos de Direito das Autarquias Locais (NEDAL) com o apoio da autarquia local e Casa Museu de Monção/UM.

O autarca monçanense, Augusto Domingues, assinalou que este “acordo de colaboração ansiado há muitos anos por ambas as populações” constitui “o ponto de partida para a afirmação de ideias comuns e a efetivação de projetos conjuntos”.
  
Salientou que serão criadas condições concretas para uma cooperação mais acentuada na vertente cultural, desportiva e empresarial, realçando que, a partir de agora, o rio Minho e a ponte internacional vão finalmente unir as duas localidades vizinhas. 

“Ainda não existe uma verdadeira união. Não falo da afetividade e do contato diário entre as pessoas das duas margens. Nesse campo, não tenho dúvidas. Falo de setores centralizados como a saúde ou a protecção civil. É necessário dar passos concretos de aproximação nestas áreas. A partir de hoje, com vontade e empenho, vamos fazê-lo”,  adiantou.

Numa intervenção pontuada por episódios ligados ao rio e ao contrabando, a maior empresa da região há algumas décadas atrás, Augusto Domingues terminou com um poema de Gentil de Valadares sobre a inauguração da ponte internacional em 29 de março de 1995, desejando que, este acordo entre amigos, permita o lançamento de outras pontes.   

O alcalde de Salvaterra do Miño, Arturo Grandal, manifestou-se satisfeito pela confirmação oficial de um relacionamento com décadas de existência e classifico o dia como histórico para duas comunidades que, desde sempre, estiveram disponíveis para o diálogo e cooperação.

Abordou a importância desta parceria como fator de aproximação entre os dois povos, reforçando a atividade conjunta em diferentes áreas e a rentabilização económica subtraída da utilização partilhada de equipamentos coletivos. Focou ainda o recurso conjunto a programas comunitários transfronteiriços potenciadores do crescimento económico e qualidade de vida das populações.

Para Arturo Grandal a ponte é uma rua ou o coração que faz funcionar um corpo. Esse corpo é Monção e Salvaterra do Miño. Por isso, deixou uma pista para as próximas gerações. Porque não apenas um município? Até adiantou dois nomes: Monsal ou Salmon. Uma realidade difícil de prever. Afinal de contas, são dois países. Pela primeira vez, o tema foi abordado publicamente. Será um começo?

Entrados no seminário, foram abordados dois painéis com conferencistas portugueses e galegos. No primeiro debateu-se a “Eurocidade Monção-Salvaterra do Miño: um projeto em marcha”. No segundo, o trajeto de “40 anos de urbanismo de Salvaterra do Miño e de Monção”.

No debate posterior, o público deixou muitas indicações sobre a melhor forma de colocar o projecto da Eurocidade em andamento. Ficou a certeza do envolvimento dos participantes e da vontade expressa em ideias comuns. No fecho, António Cândido de Oliveira, professor da Universidade do Minho e diretor do NEDAL, congratulou-se com o resultado do encontro e desejou a continuidade desta dinâmica através da realização de novas iniciativas e contributos.

FS/CM

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

BASQUETEBOL E FUTSAL

Comecemos por vos falar do único clube de basquetebol existente no nosso conselho de Monção e que há já de uns anos a esta parte tem vindo sempre a apresentar um trabalho notável, refiro-me ao Monção B.C..
Nesta época 2014/15 já arrancaram as equipas de Iniciados Femininos que numa série de quatro equipas ocupa o 3º lugar com oito pontos, sendo os primeiros o B.C.Limiense com 12 pontos, isto á 6ª jornada, a outra equipa que está em prova é a do escalão de Juniore Masculinos que ocupam o segundo lugar na tabela classificativa com 10 pontos também numa série que tem quatro equipas a disputar este escalão e por curiosidade, ou não, o primeiro é o B.C. Limiense com 11 pontoa,ora quanto á basquetebol está tudo dito nesta altura dos campeonatos distritais da modalidade', cá estaremos atentos ao decorrer da época para vos dar toda a informação possível.
Na outra modalidade amadora praticada no concelho monçanense é o futsal que tem uma única equipa a competir no escalão de Seniores femininos, estamos a falar da União Desportiva de Moreira, que num universo de 10 equipas em competição ocupa a 7ª posição com 12 pontos, sendo o primeiro classificado o Soutelense com 36 pontos num total de 12 jornadas o que quer dizer com isto é que a equipa do Soutelense soma tudo por vitorias. As meninas de Moreira com muito trabalho e luta lá vão dando tudo o que podem para conseguirem a melhor classificação possível, esperamos que assim aconteça.
Não há mais nada,para já ,a falar sobre este assunto pelo que na próxima cronica que será já em 2015 voltaremos á informação sobre o futebol de onze.
Aproveito para desejar a todos um Feliz Natal e que o Ano Novo vos traga tudo de bom.


FRANCISCO FERREIRA